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Qui, Out
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No dia 20 de outubro, Ribeira, no estado de São Paulo, completou seus 106 anos e o Prefeito Jonas Batista junto com o Presidente da Câmara Mário Oliveira, realizaram a sessão solene para comemorar a data e também homenagear o senhor José Ernesto de Oliveira, ex Vice-prefeito, ex-presidente da câmara e por várias vezes vereador da cidade de Ribeira. 

Prefeitos e vereadores de Ribeira na Sessão Solene dos 106 anos da cidade. Foto: José Armando Moreira

Foram relembrado seus esforços e suas benfeitorias a cidade e aos cidadãos ribeirenses. Além de lhe presentear com uma placa. 

Ex-vice prefeito e ex-presidente da câmara José Ernesto
de Oliveira recebendo a placa em sua homenagem pelo
atual Presidente da Câmara, Mario Oliveira.
Foto: José Armando Moreira.

Tambem se fizeram presente outros vereadores, autoridades e lideranças municipais, músicos de apiai, além da própria população que prestigiaram o evento. 

 

Placa de homenagem a José Ernesto de Oliveira. Foto: José Armando Moreira.

Eleito pela primeira vez, e já com 68,54%, exatos 2900 votos dos eleitores de Adrianópolis, Alcides Rodrigues Bassete nasceu em 12 de fevereiro de 1965 na cidade de Adrianópolis. 

Filho de Olinda de Souza e Milton Bassete (que veio a falecer por problemas no pulmão, devido aos poluentes emitidos pela extinta Plumbum) Alcides, ou Cide do Banco, seu nome de urna, morou parte da sua infância no bairro Rocha, ainda quando criança se mudou com seus pais para o centro de Adrianópolis, se formou no Ginásio Saddock de Sá, hoje Colégio Estadual Santa Barbara. 

 

Sua carreira profissional começa em 1986, quando foi contratado no Banco Bradesco de Ribeira no estado de São Paulo, em 1988 passou no concurso público do Banestado, Banco do Estado do Paraná, onde iniciou sua mais profunda e dinâmica experiência profissional, seu trabalho como escriturário foi tão bem reconhecido que logo se tornou caixa do banco.

 

 

Ainda em 86, ele conhece Maria de Fátima Paiva, que em 14 de dezembro de 1991 se tornaria sua esposa passando a se chamar Maria de Fátima Paiva Bassete. 

 

 

Da união nasce, em 29 de junho de 1994, Raíssa Paiva Bassete, primeira filha do casal.

 

 

Em 1995, seu desempenho e suas qualidades como respeito e honestidade com o trabalho são novamente reconhecidos e Alcides é elevado a Gerente do Banestado, que anos mais tarde seria comprado pelo Itaú. Reconhecido não somente por sua postura profissional, mas também por sua disposição e excelência no suporte à seus clientes, Cide se tornou muito popular com toda a população da cidade. 

 

No dia 03 novembro de 1999, vem ao mundo o seu filho mais novo Otávio Paiva Bassete. 

 

Sua carreira política pode estar começando agora, mas Alcides já vinha acompanhando e ajudando na campanha do atual prefeito João Manoel Pampanini em 2008, e sua reeleição em 2012.

Muitos citam o Cide como principal força para a vitória do primeiro mandato de atual prefeito, justamente por ser conhecido em todo município principalmente nos bairros mais afastados. 

 

 

Algumas pessoas alegavam sua possível falta de experiência política, mas Cide sempre rebateu veementemente enfatizando sua grande experiência administrativa em frente ao Banco, afinal foram 30 anos de uma gerência admirada até por seus adversários políticos, mas principalmente pela população de Adrianópolis que hoje o elegeu como seu novo prefeito.

O MPE (Ministério Público Eleitoral) decidiu pela impugnação do PP - Partido Progressista de Adrianópolis, da Coligação "União Pelo Progresso de Adrianópolis" (PSC, PT).
O Juiz Paulo Antonio Fidalgo da 48º Zona Eleitoral, decidiu no dia 31 de Agosto, aceitar a impugnação apresentada pela Coligação "Adrianópolis Melhor Para o Povo" (PDT, PSDB, SD, PR, PEN, PMDB, PSD).
Segundo a decisão, irregularidades na convenção partidária realizada no dia 31 de julho de 2016, abriu brechas para excluir o PP da coligação.

Entre as alegações estão: Ausência de registro de chapa de coligação em 48 horas e voto não secreto, o que iria contra as diretrizes estabelecidas pelo Diretório Nacional do PP.

A Coligação "União Pelo Progresso de Adrianópolis" do Candidato Alcides Bassete (Urna: "Cide do Banco"), já havia recorrido da decisão e em entrevista Á Folha, a coligação disse que irá acatar a decisão do Juiz e estão trabalhando para refazer os materiais de campanha para se adequar a decisão.

O ex-candidato a Vereador pelo PP, Israel Rodrigues (Urna: Pardal), forte nome da política municipal e principal nome do partido na cidade, disse estar sofrendo uma injustiça e que continuará ajudando seus candidatos a prefeitura da cidade.

Sandro Santos, candidato da Coligação "Adrianópolis Melhor Para o Povo" , em nota, informou que "é preciso estar sempre em conformidade com as leis e assim como a sua coligação está nos conformes com as regras eleitorais, uma disputa honesta deve estar no mesmo patamar de legalidade".

Junto com Israel, mais dois outros candidatos foram impugnados por estarem no mesmo partido, Lorena Santos e Luiz Silva (Urna: Luizinho). Os dois candidatos não foram encontrados para comentar a decisão.

Os episódios do último dia 29 na capital paranaense, em que pessoas foram mordidas por cães – utilizados como apoio policial – não foram os primeiros casos no Brasil a ilustrar a força excessiva aplicada contra manifestantes. Considerando o risco letal desta forma de ação policial, os deputados Rasca Rodrigues (PV) e Marcio Pacheco (PPL) protocolaram, nesta segunda-feira (4), o projeto de lei que veda o uso de animais (cães e cavalos) como aparato policial em manifestações de rua, de cunho político, social, sindical, corporativo e econômico no âmbito do Estado do Paraná. 

De acordo com Pacheco, a presente proposição está relacionada à necessidade de estabelecimento de limites à atividade repressiva desempenhada pelas forças de Segurança do Estado. “Testemunhamos uma das maiores barbáries cometidas sobre os servidores públicos do Estado do Parará. As imediações da Assembleia Legislativa de nosso Estado se transformaram em uma verdadeira praça de guerra, resultando em várias pessoas feridas e chocando a população do Paraná e do Brasil”, lamenta Pacheco.

O deputado Rasca também destaca que “além dos ferimentos físicos causados nos manifestantes que ocupavam o espaço passivamente, ficam registradas também as marcas psicológicas da coerção. Além de todo o aparato usado com milhares de policiais, havia também no local cães de diversas raças, que estavam sendo usados como método auxiliar de segurança. Ora, seria mesmo necessário o uso dos animais neste caso?, questiona o parlamentar do PV.

Além do risco contra as pessoas, os deputados proponentes também fazem menção aos tratos dados a esses cães no momento em que os mesmos estão “trabalhando”, em condições inadequadas de alimentação, hidratação e submetidos a altos níveis de estresse.

Deputados Rasca Rodrigues e Marcio Pacheco, autores do projeto. FOTO: João Guilherme
Deputados Rasca Rodrigues e Marcio Pacheco, autores do projeto. FOTO: João Guilherme

Adrianópolis PR

URNAS APURADAS100,00%4.931ELEITORES 90,57%VOTANTES 9,43%AUSENTES
 

PREFEITO

Cide do Banco
 
ELEITO68,54 %Cide do BancoPSC2.900 VOTOS
Sandro Santos
 
31,46 %Sandro SantosPDT1.331 VOTOS
 
 
BRANCOS511,14%
NULOS1844,12%
VÁLIDOS4.23194,74%

VEREADORES

 

    •  
    • Ivan da Varginha
    • PT
    • 10,90%
    • 471
    •  
    • Claudio Raab
    • PT
    • 10,67%
    • 461
    •  
    • Sidinho Souza
    • SD
    • 9,31%
    • 402
    •  
    • Fernando Polli
    • PSC
    • 8,96%
    • 387
    •  
    • Ruy Fonseca
    • PDT
    • 6,57%
    • 284
    •  
    • Sidinho do Perau
    • PSC
    • 5,60%
    • 242
    •  
    • Professora Janaina
    • PSC
    • 5,23%
    • 226
    •  
    • Marcio Oliveira
    • PSC
    • 5,09%
    • 220
    •  
      • Soeli do Ito
    • PSD
    • 2,62%
    • 113

A Policia Federal indiciou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido ex-ministro Paulo Bernardo por crime de corrupção passiva, o inquérito concluiu que contratos da Petrobras serviram para abastecer a campanha de Gleisi para o senado em 2010, aqui no Paraná. Segundo a PF, a própria senadora e seu marido tinham solicitado ao doleiro Alberto Youssef e/ou ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa a quantia de 1 milhão de reais para sua campanha, dinheiro que foi entregue em espécie em quatro pagamentos para Ernesto Kugler Rodrigues, empresário de Curitiba também indiciado na 3979, inquérito que corre no Supremo Tribunal Federal dentro da Operação Lava Jato.

A PF informou que Antonio Carlos Pieruccini, confessou em delação premiada que ele mesmo levou o dinheiro, em quatro viagens, de São Paulo à Curitiba e entregou nas mãos de Krugler, que é proximo a Gleisi, e que Paulo Bernardo, que na época era ministro do Planejamento do ex-presidente Lula, teria solicitado um "auxilio" na campanha de Gleisi. Para os Federais, Paulo Bernardo tinha conhecimento de que os valores eram oriundos de propinas pois conhecia o esquema de desvios na Petrobras, caso contrário não teria feito o pedido ao então diretor da empresa, Paulo Roberto Costa, que teve sua agenda investigada e constatou-se uma entrada que sugere o pagamento ao Paulo Bernardo na quantia expressa como "1,0", além de 25 registros telefônicos que levam a PF à crer na ligação entre .

O doleiro Alberto Youssef já havia, em sua delação premiada, citado o nome de Gleisi Hoffmann e seu marido por essa mesma quantia e para a mesma campanha de 2010, na corrida ao senado. Outra delação premiada traz Ricardo Pessoa da UTC Engenharia, que contou que o marido da senadora Gleisi havia lhe solicitado financiamento para a campanha de sua mulher e segundo o empreiteiro, as doações foram registradas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), tanto a doação para o caixa oficial da campanha de Gleisi quanto ao Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT).

A assessoria de imprensa de Gleisi Hoffmann, em nota enviada À Folha, diz que "todas as provas que constam no inquérito comprovam que não houve solicitação, entrega ou recebimento de nenhum valor pela senadora Gleisi Hoffmann ou pelo ex-ministro Paulo Bernardo" e que há "inúmeras contradições nos depoimentos dos delatores, as quais tiram toda a credibilidade das supostas delações." e que um dos delatores apresentou 5 diferentes versões para esses fatos, o que, segundo a nota "comprova ainda mais que eles não existiram".
A Folha não conseguiu contato com Rodrigo Mudrovitsch, advogado da senadora, para comentar o indiciamento.

Depoimentos do casal a Policia Federal

Nos depoimentos que prestaram à Polícia Federal do Paraná em abril de 2015, tanto a senadora Gleisi Hoffmann quanto seu marido e ex-ministro Paulo Bernardo negaram quaisquer irregularidades na captação de recursos para a campanha da petista ao Senado no ano de 2010. Ambos também negaram, solicitações de doações ou "auxílios" ao doleiro Youssef e a Costa.

Quando questionado sobre as anotações "PB" e "1,0", encontradas na agenda de Paulo Roberto Costa apreendida pela Polícia Federal, o ex-ministro disse não ter conhecimento das anotações.

Já Costa afirmou à Justiça que as anotações em sua agenda eram sobre o valor de R$ 1 milhão repassados a Paulo Bernardo para a campanha de sua mulher ao Senado.

Gleisi Hoffmann negou conhecer as anotações na agenda do ex-presidente da Petrobras, Paulo Roberto Costa e afirmou que o empresário Ernesto Kugler participou de alguns eventos de sua campanha de 2010, mas que năo teve atuação na arrecadação financeira.

A Folha de Adrianópolis não conseguiu contato com Ernesto Krugler Rodrigues, nem com a defesa de Paulo Roberto Costa.

A Câmara de Vereadores exerce a função do Poder Legislativo na esfera municipal. Os vereadores são eleitos através do voto direto, cujo mandato tem duração de quatro anos, sendo a reeleição ilimitada. A quantidade de membros desse cargo político é estabelecida através do contingente populacional de cada município (quanto mais habitantes, maior será o número de vereadores de uma cidade). Contudo, foi estabelecido um número mínimo de 9 e um máximo de 55 vereadores por município. Para se candidatar é necessário atender aos seguintes requisitos:

- Ter nacionalidade brasileira;

 

- Estar filiado em algum partido político;

 

- Ter idade mínima de 18 anos;

 

- Possuir domicílio eleitoral no município pelo qual concorre ao cargo;

 

- Ter pleno exercício dos direitos políticos.

Os vereadores são eleitos juntamente com o prefeito de um município, no qual os primeiros têm a função de discutir as questões locais e fiscalizar o ato do Executivo Municipal (Prefeito) com relação à administração e gastos do orçamento. Eles devem trabalhar em função da melhoria da qualidade de vida da população, elaborando leis, recebendo o povo, atendendo às reivindicações, desempenhando a função de mediador entre os habitantes e o prefeito.

Outra importante atribuição a um vereador é a elaboração da Lei Orgânica do Município. Esse documento consiste numa espécie de Constituição Municipal, na qual há um conjunto de medidas para proporcionar melhorias para a população local. O prefeito, sob fiscalização da Câmara de Vereadores, deve cumprir a Lei Orgânica.

As principais funções do Vereador:

 

• Analisar e aprovar leis ligadas à prefeitura e ao poder executivo.

 

• Fiscalizar vários órgãos da prefeitura, além de requerer prestação de conta por parte do prefeito.

 

• Votar projetos de lei.

 

• Receber os eleitores e ouvir sugestões, críticas, reivindicações.

 

• Promover a ligação entre eleitores da região que representa e o governo.

 

• Elaborar e redigir projetos.

 

• Criar leis com intuito de formar uma sociedade mais justa.

 

 

Indicações

 

O Vereador oferece sugestões o qual visa levar ao conhecimento do Prefeito problemas locais, tais como ruas esburacadas, falta de iluminação, falta de água nos bairros, terrenos com mato, calçadas com piso desfeito, atendimento médico-ambulatorial etc.…

 

Requerimentos

 

Se precisar de esclarecimentos sobre a própria Câmara ou ocorrências no âmbito da Prefeitura (como dúvidas quanto às contas de uma Secretaria), o Vereador prepara um requerimento de informação. É também pelo requerimento que o Vereador presta uma homenagem (voto de louvor, voto de pesar).

 

Regimento Interno

 

Todos esses atos tramitam pela Câmara, dentro de um esquema legal, por normas regulamentares que são ditadas pelo seu regimento interno, o qual constitue a lei da vida legislativa da Câmara. Esse regimento da as normas básicas de sua competência; norteia os direitos e obrigações dos Vereadores; disciplina a composição da Mesa Diretora – aquela que atua em nome da Câmara Municipal, interna e externamente.

 

Mesa Diretora

 

Essa é eleita no primeiro dia de abertura da legislatura. É eleita para mandato de 2 anos, onde os Vereadores escolhem para administrar o Legislativo, Presidente, Vice- Presidente, 1º e 2º Secretários. A Casa é administrada pelo Presidente e auxiliado pelo 1º e 2º Secretários.

 

Sessão Ordinária

 

É aquela que já está designada pelo Regimento Interno. Em Adrianópolis elas são realizadas quinzenalmente, sempre as terças-feiras com início às 17:30 horas.

 

Sessão Extra -Ordinária

 

É aquela convocada pelo Presidente em caso de haver assunto urgente para ser deliberado.

 

Sessão Solene

 

São aquelas realizadas por motivo de festividades inclusive as de posse.

Atual Presidente da C M A- Gestão  2013/2014

 Vereador: Sandro Junior Santos.

Telefone: (41) 8417-3539

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Partido: PT

Legislatura: 3º Mandato: (2005/2008, 2009/2012 e 2013/2016).

 

 

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