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Josias de Matos Freitas vulgo "Cartucho" de 23 anos, acusado de matar Anderson Vinicios de Souza da mesma idade, em um crime que chocou a pacata cidade de Adrianópolis, está nesse exato momento no Cartório da Delegacia de Bocaiúva do Sul onde está confessando o crime e dando todos os detalhes e principalmente o motivo do crime.

Em entrevista ao A50, o Delegado Mario Bradock disse que o crime foi solucionado e encerrado, Josias atirou e matou Vinicios com a própria arma da vitima, e depois cortou a sua cabeça, José Luiz teria atirado no corpo com ele já sem vida e ajudado na ocultação do cadáver.

O Motivo
Embora a principal linha de investigação tivesse sido o esquema do PRONAF (Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar), onde há suspeitas de que Vinicios seria um "laranja" da quadrilha que usa o programa para fins de enriquecimento ilícito, "...eles contratam pessoas para serem 'laranjas' e dar entrada no PRONAF, pegam valores altíssimos de mais de 250, 300 mil reais e dão para esses laranjas 60, 80 mil e ficam com o resto", porém a hipótese de que esse crime em sí tenha sido uma queima de arquivo, foi descartada.

O real motivo teria sido uma "richa antiga", Josias e Vinicios já estudaram juntos, jogavam bola juntos e o temperamento de Vinicios, sempre explosivo teria gerado um ódio contido por muitos anos, que na noite de quinta-feira (9), chegou a uma vingança jamais vista na cidade. "o menino que faleceu era briguento, até quando iam jogar bola e tinha uma entrada meio forte nele, ele já parava e queria partir pra cima brigar, e tal, ele andava sempre armado, e nesse dia ele estava com duas armas, na hora que ele convidou os meninos para irem caçar, ele passou uma arma pro cara que atirou nele.., ...o cara aproveitou e atirou com a própria arma da vitima." conta Bradock. "devido ao uso de álcool, drogas e ele ainda estava com aquele sentimento de vingança, foi um momento de loucura" continua.

Na entrevista que Cláudio Santos, dono do bar onde os três estavam, deu ao A50 no Sábado, ele contou que os dois suspeitos saíram de lá muito bebados e já haviam chego no estabelecimento sobre efeitos de drogas, o que intensifica a confissão dos dois assassinos. 

Cada um vai a julgamento e poderá pegar até 25 anos de prisão.

No Sábado dia 11 de Fevereiro, José Luiz de Pontes de Lima, já havia confessado o crime, e deu a mesma versão do motivo, porém a policia ainda trabalhava com outras duas linhas de investigação.

Ainda segundo Bradock, as investigações agora estão encerradas, "temos os elementos presos, temos o motivo e temos as armas presas, agora já está concluso".

Ao ser questionado sobre a investigação do PRONAF, Bradock disse que as investigações seguem, mas agora separadamente. Não querendo citar nomes, Bradock disse estar envolvidos pessoas grandes no esquema, até pessoas de dentro de uma agência do Banco do Brasil.

Adrianópolis, 11 de fevereiro. Com apenas 48 horas de investigação a Polícia Civil de Bocaiuva do Sul comandada pelo Delegado Bradock, conseguiu iniciar as investigações, prender os suspeitos e ainda conseguiram a confissão de um dos dois criminosos do bárbaro crime que chocou Adrianópolis
O rápido trabalho e desenvolvimento das investigações da Polícia Civil começou assim que chegaram ao local na noite de quinta-feira (10).

O primeiro suspeito preso foi José Luiz de Pontes de Lima de 30 anos, foi preso em sua casa, no mesmo bairro onde aconteceu o crime. Segundo Bradock, ele acabou comentando com uma outra pessoa o que havia acontecido e isso foi determinante para chegar aos suspeitos. O segundo e principal suspeito, acusado de ter atirado em Vinicios, Josias de Matos Freitas vulgo Cartucho de 23 anos, tentou fugir da cidade, logo depois de terem descoberto o corpo, segundo agentes da saúde, ele deu o nome para viajar à Curitiba com o ônibus da saúde que saiu as 4 da manhã da sexta-feira (11). 
Com a rápida ação, o ônibus foi parado por policiais em Bocaiúva do Sul e Cartucho acabou sendo preso em flagrante. 

 

Na delegacia, ao ser interrogado, José Luiz confessou o crime e contou com detalhes como foi toda a ação, desde o disparo até a decapitação e o ocultamento do cadaver. 

O A50 entrevistou o Delegado Bradock com exclusividade, na tarde deste sábado (11). Confira um trecho:

A50: O Josias "Cartucho", confessou o crime também?

Bradock: Não, o cara agiu e tem sangue frio, ele só debocha, da risada na nossa cara e não fala nada. 

A50: No momento que antecedeu o crime, houve discussão, briga ou ameaça?

Bradock: Nada! O Vinicios foi pego de surpresa com um tiro por trás. Não houve nada de discussão, foi brutalidade e covardia. Sem chance de defesa. 

A50: Houve apenas um tiro? Levantamos que havia golpes na cabeça também, isso é correto?

Bradock: Exato! Aparentemente foram dois golpes de facão ou um de facão e um de enxada. Somente a perícia pode nos dizer. 

A50: Eram somente os dois juntos com o Vinicios na hora do crime mesmo ou havia um terceiro cúmplice?

Bradock: O que ele relata é que eram apenas os dois, porem, eu não descarto a hipótese de ter havido mais pessoa, na verdade até acredito que havia um terceiro sim. Mas vamos continuar as investigações na segunda-feira (13).

O motivo que levou a morte e decapitação de Anderson Vinicios continua um mistério.
Mas já sabemos que existem duas linhas de investigação.
A primeira é que possa ter sido um crime passional, que é quando um crime é praticado por paixão doentia, quando a pessoa perde o controle de suas ações, que mata ou manda matar por ciúme, sentimento de traição ou vingança.
Se esse caso se confirmar haveria então um terceiro suspeito que teria encomendado o crime. 
A Polícia até já tem um nome, mas não podemos divulgar por sigilo das investigações. 

Ou o motivo teria sido por acerto de contas.

Os dois criminosos encontram-se presos em flagrante na carceragem da Delegacia Local de Bocaiuva do Sul a disposição da Justiça e responderam pelo crime de Homicídio Qualificado e Ocultação de Cadáver podendo pegar mais de 25 anos de cadeia cada um dos autores do crime.

 

 

O flagrante aconteceu no dia de hoje (31 de agosto), A Dra. Carla Taguchi recebeu em seu consultório a mulher que alegou querer uma consulta de avaliação. "Por um minuto de distração ela pegou o celular" relata a vitima que é dona do Consultório que leva seu nome, no centro da cidade de Adrianópolis, "depois disso ela disse que iria nos Correios e voltaria mais tarde, depois de alguns minutos, me dei conta que meu celular não estava mais onde eu tinha deixado" continua Carla.

Um das mais belas paisagens de Adrianópolis foi dominada pelo incêndio. Nessa quarta-feira(13) os moradores do centro da cidade e de pelo menos 3 bairros, ficaram chocados com o tamanho da área devastada pelo incêndio que varreu um dos morros da cidade, vários km² de mata foram reduzidos a cinza, o incêndio descontrolado queimou o topo do morro e já consumia 60% da montanha no inicio da noite desta quarta-feira.

Pela manhã de quinta-feira(14) o fogo terminou, mas consumiu mais de 90% do morro. Ainda não tem notícias se o fogo foi natural, acidental ou criminoso, caso seja levantado um culpado, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), pode aplicar multas exorbitantes, tudo de acordo com o grau do impacto ambiental.

Queimadas dessa magnitude são de extremo risco ao meio ambiente, além da poluição, que segundo os cientistas, as queimadas são responsáveis por 70% da poluição no Brasil, problemas como asma, bronquite e hipertensão acabam lotando os postos de saúde e hospitais do país inteiro em épocas de muitas queimadas, elas também impactam diretamente na vida animal, muitos animais acabam morrendo queimados ou perdem seus habitats naturais, provocando a migração, muitas vezes feitas para o centro populacional.

Queimadas controladas são permitidas, porém se o cuidado não for extremamente grande, uma queimada pode se tornar um incêndio, com grandes proporções, com o perigo de invadir casas e centros urbanos. Dados de pesquisas mostram que embora seja uma solução rápida e eficaz a curto prazo, pelo aumento de alguns nutrientes propícios a plantação, como por exemplo o fósforo, mas a médio e longo prazo a queimada controlada pode significar muitos danos ao solo a partir do segundo ano após a queimada. Um estudo da Embrapa Amazônia Oriental mostra que, em sete anos, são perdidos 96% de nitrogênio, 76% de enxofre, 47% de fósforo, 48% de potássio, 35% de cálcio, e 40% de magnésio em uma capoeira, que para a reversão deste cenário o produtor tem de esperar, que haja uma nova vegetação para trazer uma certa reposição dos nutrientes perdidos do solo, o que pode demorar cerca de 3 a 7 anos, quase uma eternidade para um pequeno agricultor.

Para denuncias de queimadas, cativeiro de animais, desmatamento, poluição, caça, acidente com produtos químicos, degradação de área, maus tratos de animais, contra servidores, irregularidades administrativas, pesca predatória, entre outros você pode ligar para a Linha Verde: 0800-61-8080

Assista ao vídeo do momento em que estava acontecendo o incêndio: (Caso não tenha acesso ao YouTube, assista no site Vimeo)

ADRIANÓPOLIS, 11/02/2017 - Um crime bárbaro chocou a pacata cidade de Adrianópolis na Grande Curitiba, o corpo de Anderson Vinicios de Souza Santos de 23 anos foi encontrado decapitado a beira do rio Ribeira de Iguape, no bairro Vila Mota

Foto: Reprodução

Aparentemente Vinicios convidou três outros homens, que estavam bebendo em um bar para irem caçar, dois deles tinham aceito e ficaram esperando Vinicius enquanto ele voltava em casa para trocar de roupa e pegar sua arma.

Vinicios deixou sua moto na casa de um amigo, como sempre fazia quando ia caçar, e eles entraram em uma mata fechada, seguindo uma trilha, caminhando em torno de 1 km da estrada, mata a dentro, por volta das 23h30 da noite.No dia seguinte, seu amigo, notou que a moto ainda estava lá e resolveu procurar Vinicios, achando o corpo do jovem já sem a cabeça.

Seu corpo foi deixado na beira do Rio enquanto sua cabeça, que só fora encontrada um dia depois do corpo a cerca de 3 metros de onde estava o corpo. A Polícia ainda está investigando o que aconteceu, mas já se sabe que Vinicios levou um tiro na cabeça antes de ser decapitado.

Muito abalados, seus amigos e familiares contaram ao A50 que Anderson Vinicios era quieto, não bebia, não fumava e não usava nenhum tipo de droga, que ele era quieto, as vezes um pouco esquentado e meio valente, mas sempre na dele e procurava evitar brigas. Segundo Carolina Santos, namorada da vitima “Ele sonhava em ter uma filha”, relacionamento durava a 7 anos, “eu implorei para ele não ir” relata a jovem.

Já os principais suspeitos, que foram com ele na mata, eram usuários e já saíram do bar, bêbados segundo testemunhas. “Eles usavam drogas constantemente…, …saíram daqui já muito bêbados” conta Cláudio Santos, dono do bar onde eles combinaram de ir caçar. “menos o Vinicios, ele não bebe e não fuma” completa o comerciante, que foi um dos últimos a ver Vinícios com vida.

Segundo o delegado Mario Bradock da Delegacia de Bocaiúva do Sul, responsável pela investigação do crime, há quatro rapazes sendo investigados e duas linhas de investigação. Uma seria um desacerto comercial e outra uma questão de crime passional. 

Havia uma marca de tiro na cabeça e alguns hematomas de golpes. 

O corpo foi enviado ao IML - Instituto Medico Legal de Curitiba e o enterro deve acontecer na tarde de sábado, dia 11/02 no Cemitério Municipal de Adrianópolis.

Neste domingo (16), por volta das 3h30, cerca de 10 homens fortemente armados com fuzis AR-15 e pistolas 9 mm fecharam a cidade de Tunas do Paraná a 50 km de Adrianópolis e fizeram 8 pessoas, que saiam de um baile, como reféns. A ação criminosa começou por volta das 3h30 e durou cerca de 20 minutos em que duas agências bancárias foram arrombadas e tiveram seus caixas eletrônicos abertos por maçarico, a quantia em dinheiro levada, não foi informada.

Antes de saírem, o bando colocou pregos retorcidos para dificultar a perseguição policial próximo ao posto de fiscalização florestal do município. Todos encapuzados os bandidos abriram fogo contra o posto policial usando os reféns como escudo humano enquanto fuzilavam a base policial e iniciaram uma série de disparos contra outros pontos da cidade.

Segundo a polícia, na fuga, uma moça foi baleada com dois tiros de raspão e encaminhada ao Hospital Angelina Caron em Campina Grande do Sul, a quadrilha fugiu sentido à Curitiba pela BR-476, ninguém foi preso.

O bando pode ser o mesmo que já realizou roubos à bancos em outras cidades como Balsa Nova e Bocaiúva do Sul no fim do ano passado, a “quadrilha do maçarico” e podem vir do Rio de janeiro, pois segundo uma testemunha que falou ao jornal A Folha de Tunas, filiada ao A Folha de Adrianópolis, que um dos meliantes tinha sotaque carioca. Às 12h40 do mesmo dia a polícia encontrou um Astra abandonado em Campina Grande do Sul, que teria sido usado nos eventos da madrugada de domingo (16).

Para mais informações acesse a página do jornal A Folha de Tunas >>

Abaixo você pode conferir a reportagem da RPC Tv (afiliada a Tv Globo, no Paraná) sobre o ocorrido em Tunas.

Na tarde de sábado (18), por volta das 17 horas, um caminhão da Zapelini, que ia de Adrianópolis sentido à Curitiba, tombou no Km 15, segundo o motorista, que saiu ileso do acidente, ele perdeu o controle após trocar de marcha. Crianças e moradores assistiram a cena chocante, que poderia ter sido muito pior caso o caminhão tivesse encontrado uma das várias casas que cercam o local, além de sempre haver crianças brincando perto da BR 476 já com um tráfego bastante intensificado nos dias de hoje.

Dois guinchos de Curitiba tiveram que ser acionados para retirar o caminhão da barroca, que tombou com uma carga lotada de pedras para fabricação de cimentos.

Assista ao vídeo do caminhão sendo puxado pelos guinchos:

Outro acidente, também sem envolver terceiros, ocorreu no domingo (19) na Praça central de Adrianópolis, um Palio branco, bateu contra um poste após, também, perder o controle, o motorista morador do Km 15, saiu ileso e o homem que estava no banco de passageiro, que estava sem cinto de segurança, escapou com apenas algumas escoriações no rosto e na cabeça, porém nada grave, foi levado ao hospital e logo após liberado.

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