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Qua, Ago
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Muito se fala do Aedes Aegypti, dengue, Zika e Chykungunha mas, no geral, pouco os cidadãos fazem para acabar com os focos onde o mosquito se reproduz. 

Seja um pneu jogado, seja um vaso de planta ou um terreno baldio, qualquer lugar com água parada serve para que esse caso de alerta global dê continuidade à guerra, em que estamos perdendo e não é nada difícil virar esse jogo, porém é preciso uma conscientização mais forte entre a população. 

Não adianta apenas matar mosquitos ou usar repelentes, essa guerra vai além de remover o incomodo. Estamos lidando com vírus que matam de forma trágica e que está se alastrando de forma incontrolável, não só pelo Brasil mas também pelo mundo e a cada vez mais temos surtos mais sérios e que desafiam a ciência. 

Em Adrianópolis já houve 2 casos de Dengue, segundo agentes da Saúde, ambos os casos registrados foram pacientes da sede do município, que se medicaram no posto de saúde local e já passam bem.

No Paraná já foram registrados mais de 18.500 casos e 31 mortes, dados do último boletim sobre a dengue no estado, que só pelas informações de Adrianópolis, vemos o quão desatualizado esses números estão, pois no documento consta apenas 4 notificações de Dengue no município, porém não consta os dois casos confirmados, como apurou a equipe d'A Folha."O Governo do Estado também está reforçando as demais ações de prevenção contra a dengue. O foco é o combate ao mosquito Aedes aegypti, que também transmite o zika vírus e a febre chikungunya. A circulação simultânea das três doenças atualmente é uma das principais preocupações das autoridades de saúde." afirma o Boletim de Dengue do estado do Paraná.

Adrianópolis aparece com 0 casos e 4 notificações de suspeitas, porém dois casos foram confirmados pela equipe de saúde local.

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide de Oliveira, é preciso intensificar o trabalho de eliminação dos criadouros do mosquito. “Mesmo com o fim do verão, os mutirões de limpeza e as ações de conscientização devem continuar em todos os municípios. O poder público e a população têm que se unir e fazer sua parte no combate ao inseto”, disse.

Ao todo, 299 municípios paranaenses são considerados infestados pelo Aedes aegypti. Destes, pelo menos 219 já apresentaram casos autóctones de dengue, quando a infecção ocorre dentro do próprio município. O dado revela que a doença já circula em mais da metade (55%) das cidades do Paraná. “Os números mostram que a dengue não é um problema exclusivo das regiões norte, noroeste e oeste. Hoje a doença já está presente em todo o Estado, inclusive no litoral, que têm a cidade com o maior número de casos do período”, revelou a superintendente.

Cleide se refere à Paranaguá, em epidemia desde janeiro deste ano. Com 3.493 casos confirmados da doença, o município também é o que concentra a maior parte das mortes causadas pela dengue – são 19 das 31 registradas no Estado. Quatro destes óbitos foram confirmados nesta terça-feira, no novo boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde. A diretora da 1a. Regional de Saúde, Ilda Nagafuti, ressalta que o governo estadual já aplicou mais de R$ 8,8 milhões em ações para o enfrentamento da epidemia em Paranaguá. “Dinheiro destinado a atividades de limpeza urbana e a contratação emergencial de médicos e enfermeiros, compra de medicamentos, aquisição de materiais médicos-hospitalares, entre outras despesas para estruturar a assistência aos doentes”, detalhou.

O perigo é que esse número aumente e que os sintomas se compliquem, levando a um surto das doenças, algo que já acontece em 40 municípios do Paraná onde a situação é considerada epidêmica.

É pensando nisso que a campanha desse ano está mais agressiva para conscientizar a população de que, mais do que nunca, é hora de agir.

Dengue 

Mais de 150 mil casos por ano (Brasil)

  • Tratável por um médico
  • Propaga-se por animais ou insetos
  • Requer um diagnóstico médico
  • Frequentemente requer exames laboratoriais ou de imagem
  • Curto prazo: resolve-se dentro de dias a semanas

As pessoas infectadas pelo vírus pela segunda vez correm risco muito maior de desenvolver uma doença grave.

Os sintomas são febre alta e dores nos músculos e nas articulações. Nos casos mais graves, também há sangramentos intensos e estado de choque, que podem ser fatais.

Os tratamentos incluem ingestão de líquidos e analgésicos. Casos graves exigem cuidados hospitalares.

As pessoas podem ter:

  • Dor local: músculos, abdômen, atrás dos olhos, costas ou ossos.
  • Tipos de dor: forte nas articulações
  • No corpo: febre, fadiga, mal-estar, perda de apetite ou suor
  • Também comum: dor de cabeça, erupção vermelha ou náusea

Como é a propagação:

Por picadas ou ferroadas de animais ou insetos.

Doença grave: consulte um médico para receber orientação

 

Febre por vírus zika

Alerta de saúde pública

  • Requer um diagnóstico médico
  • Frequentemente requer exames laboratoriais ou de imagem
  • Propaga-se por animais ou insetos
  • Curto prazo: resolve-se dentro de dias a semanas

Na maioria dos casos, a doença é branda e tem sintomas que duram menos de uma semana. Uma possível conexão entre a infecção de mulheres grávidas pelo Zika vírus e defeitos congênitos subsequentes está sendo estudada.

Os sintomas mais comuns da doença do Zika vírus são febre, erupções, dor nas articulações e olhos vermelhos.
Não há vacina ou tratamento específico para essa doença. O tratamento foca no alívio dos sintomas e inclui repouso, reidratação e medicamentos para febre e dor.

Como é a propagação:

  • Por picadas ou ferroadas de animais ou insetos.
  • Por sexo vaginal, anal ou oral sem proteção.

Consulte um médico para receber orientação

Fontes: Hospital Israelita A. Einstein e outros.

Uma vacina foi aprovada pela Anvisa em dezembro do ano passado e no último dia 30 O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, foi a Brasilia para obter mais informações sobre a vacina, que segundo o secretário, o Governo do Estado pretende adquirir as doses com recursos próprios, visto que a União ainda não sinalizou se irá incluir a vacina da dengue no calendário básico de vacinação.

“Trata-se de uma iniciativa pioneira do Paraná, pois entendemos que é preciso buscar novas armas no enfrentamento da dengue. A vacina já tem eficácia comprovada e será uma grande aliada na prevenção de casos graves e mortes pela doença”, explicou Caputo Neto.

Audiência pública nas comunidades da Capelinha e Vila Mota.

 

Representantes do Sistema Único de Saúde (SUS) realizaram na quarta-feira (17) uma audiência pública com os moradores de Adrianópolis para mostrar como será a avaliação clínica da população exposta ao chumbo. Cerca de 300 moradores das comunidades da Vila Mota e Capelinha (distante 12 km do centro de Adrianópolis) participaram da reunião e puderam esclarecer dúvidas quanto ao acompanhamento que vão receber das equipes de saúde. A Audiência Pública reuniu representantes das esferas municipal, estadual e federal da área de saúde.

A partir de um cronograma estabelecido pelo município, os moradores das comunidades irão receber a visita dos profissionais de saúde e responder um questionário com 30 perguntas sobre os hábitos de vida. "Queremos saber como vivem estas pessoas, do que elas se alimentam e se têm queixas que podem estar relacionadas com a intoxicação pelo chumbo", explicou o diretor da 2ª Regional de Saúde, José Carlos Abreu. De acordo com ele, esta é a primeira vez que é feito um trabalho específico de atendimento a esta população.

A Mineradora Plumbum encerrou as atividades na área em 1995 e desde então deixou um passivo ambiental. "Entendemos que o pior já passou, pois não existe mais contaminação aguda pelo metal. Com a avaliação clínica teremos os primeiros dados para nortear as ações a serem realizadas pelas três esferas de governo. Ainda não podemos afirmar quais são todos os problemas de saúde desta população que estão relacionados com à exposição", ressaltou Abreu. No mês de setembro as equipes de saúde de Adrianópolis foram capacitadas pelo Governo Estadual para trabalhar as especificidades da saúde desta população.

De acordo com o prefeito de Adrianópolis, João Manoel Pampanini, os moradores da Vila Mota e Capelinha, bem como os ex-trabalhadores da mineradora vão receber uma atenção especial das equipes de saúde por ter uma situação muito particular de exposição aos metais pesados, principalmente ao chumbo. "Após a avaliação, as equipes farão um acompanhamento periódico desta população, encaminhando os pacientes para consultas especializadas se for necessário", destacou. Além disto, o prefeito informou que o município já pavimentou alguns trechos e está molhando a estrada todos os dias para evitar que a poeira entre nas residências.

A técnica do Ministério da Saúde, Maria Paula Zaitoni, recomendou que enquanto o levantamento não for concluído, os moradores da região não devem consumir alimentos produzidos nas localidades, especialmente ovos, leite, carnes e hortaliças. "Foram encontrados resíduos de contaminação a partir da sede da ex-mineradora até 4 km em direção a Vila Mota e 5 km em direção a Capelinha.

Durante a Audiência Pública a Secretaria da Saúde distribuiu um material informativo para os moradores da região contaminada. O material também servirá de base para os agentes comunitários de saúde esclarecerem as dúvidas da população.

Os moradores da Capelinha, Mario Oliveira Rosa, 65 anos, Maximiliano Carmo de Jesus, 76 anos, e Bento Taborda Ribas, 66 anos, se aposentaram pela mineradora e vivem na região. Para eles, a Audiência Pública esclareceu muitas dúvidas e estão ansiosos pela visita das equipes. "Sinto muitas dores e gostaria de saber se tem relação com o trabalho que realizei a minha vida inteira", disse Maximiliano.

Contaminação – O chumbo é absorvido através dos alimentos e objetos sujos com pó ou terra contaminada. Entra no organismo pelas vias digestiva e respiratória. A intoxicação crônica por chumbo pode causar hipertensão e insuficiência renal, principalmente em adultos de meia-idade e idosos. Também pode causar fraqueza nos dedos, pulsos ou tornozelos, uma vez que o chumbo se acumula nos ossos. Nas crianças, o excesso de chumbo contribui para alterações de crescimento (peso e altura) e de desenvolvimento (déficit de atenção).

O lixo hospitalar que antes era levado para o lixão ou incinerado, desde 2009 ganhou outro destino:

A Prefeitura Municipal de Adrianópolis contratou nessa nova gestão, a Empresa CREMALIX, especializada na coleta, transporte, tratamento e destinação final dos "resíduos de saúde".

Veja o Antes e o Depois da Política do Lixo Hospitalar de Adrianópolis:

ANTES:

Até o ano de 2008 o lixo hospitalar era incinerado numa espécie de churrasqueira na unidade de saúde.

Á partir  de 2009, novas medidas  .Foi implementado o PGRSS-Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de  Saúde, objetivando o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada-RDC 033/03 da Agencia Nacional de Vigilância Sanitaria-ANVISA e também pela Resolução 358/05 Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA.Como é de nosso conhecimento, nossos " resíduos de saúde" são das classes A?B?C?D, abaixo exemplificados:

ClasseA-Resíduos  que apresentem riscos á saúde pública e ao Meio Ambiente devido a presença  de Agentes Biológicos.

Classe B- Resíduos que apresentem riscos á saude pública e ao Meio Ambiente devido a sua característica química.

Classe C-Resíduos que apresentam riscos á saúde pública e ao Meio Ambiente devido  ser proveniente de materiais radioativos, ou seja,  de alguma forma contaminados por ele.

Classe D- Resíduos Comum(doméstico).Essa classe que representa o lixo gerado no setor administratrivo do estabelecimento, pode ser desprezada normalmente- Via Coleta Comum.

Classe E- Resíduos especiais , que tem em sua utilidade a perfuração ou o corte, tais como, bisturi,escaipo,agulhas, etc.Essa classe é conhecida como "Perfuro-Cortantes".

DEPOIS:

Funcionário da Empresa CREMALIX , coletando, separando e pesando o lixo hospitalar de Adrianópolis, para o transporte e a destinação final.

 

Acontecerá neste sábado 30 de abril a III Conferência Municipal de Saúde.

Você cidadão de adrianópolis, está convidado a participar e contribuir com suas idéias.

Local do Evento:

GINÁSIO DE ESPORTES ANIBAL CURI -

RUA ALCIDES BATISTA DIAS, S/Nº - CENTRO -

ADRIANÓPOLIS/PR

Horário: Das  10:00h ás 15:00h.

PAUTA:

PARTICIPAÇÃO DE PALESTRANTES, ELEIÇÃO PARA A FORMAÇÃO

DA NOVA DIRETORIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE PELO PÚBLICO PRESENTE.

 

 

Após a cheia do Rio Ribeira, as ruas  ficaram com muita lama  e essa lama por sinal tinha um mal cheiro insuportável.

A empresa Margem junto com a Prefeitura, providenciou a limpeza e dentro de poucos dias tudo se restabeleceu de forma que a lama e o mal cheiro desapareceram, dando a todos os municipes mais segurança á saúde de todos.

Abaixo o trabalho de limpeza nas ruas da cidade:

 

 

 

Fotos: Lucinei Neves

 ADRIANÓPOLIS:SAÚDE PARA TODOS.

O Centro de Saúde da Sede, "Olímpio Gonçalves dos Santos", atende uma média de 1048 pessoas em consultas ambulatoriais, 200 atendimentos de fisioterapia, realiza exames preventivos laboratoriais, e atendimentos odontológicos, possui capacidade e equipamentos para raios-X, e distribui medicamentos.

Existem sete(07) postos de saúde no município, espalhados pelas comunidades de maior porte. Em Córrego do Franco, a capacidade de atendimento em consulta ambulatorial é de 80/mês; em João Sura, é de 40/mês; no distrito de Porto Novo, a capacidade é de 240 atendimentos/mês; em Varginha, 40; em Epitácio Pessoa, 80; em Perau, 20; e na Vila Mota, 120.

A população também conta com a estrutura de um" Hospital" ainda não terminado, localizado na região denominada de Vila Bela, onde hoje foi transformada na Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, único local no município propício para atender a demanda da Rede Municipal de Educação Local.O município  realizou concurso público para a área de medicina e enfermagem e está muito bem suprido, pois conta atualmente com  um número de 07 médicos  que prestam serviços  nas diversas unidades entre sede e bairros  do município e conta com profissionais da área da saúde como enfermeiros e dentistas.

Em Adrianópolis, o atendimento dos casos mais graves ou as consultas com médicos especialistas são realizados no Hospital Angelina Caron em Campina Grande do Sul/PR; ou outros postos de Curitiba. Esses pacientes são transportados de ambulância pela BR- 476  em casos emergenciais e  existe também um micro ônibus especifico que transporta  os pacientes que necessitam de um atendimento  mais especializado , como exames ou retorno

pós- cirúrgicos no Hospital Angelina Caron. 

FIQUE ATENTO!

A 13ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe começou nesta semana em todo o País.

A  partir deste ano, além  de idosos e populações indígenas, atendidos desde 1999, serão imunizadas  crianças entre seis meses e dois ano,gestantes e profissionais da saúde. A vacina a ser distribuída protege contra  os três principais vírus que circulam no hemisfério Sul, entre eles o da Influena A(H1N1).A Campanha vai até 13 de Maio.

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