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Muito se fala do Aedes Aegypti, dengue, Zika e Chykungunha mas, no geral, pouco os cidadãos fazem para acabar com os focos onde o mosquito se reproduz. 

Seja um pneu jogado, seja um vaso de planta ou um terreno baldio, qualquer lugar com água parada serve para que esse caso de alerta global dê continuidade à guerra, em que estamos perdendo e não é nada difícil virar esse jogo, porém é preciso uma conscientização mais forte entre a população. 

Não adianta apenas matar mosquitos ou usar repelentes, essa guerra vai além de remover o incomodo. Estamos lidando com vírus que matam de forma trágica e que está se alastrando de forma incontrolável, não só pelo Brasil mas também pelo mundo e a cada vez mais temos surtos mais sérios e que desafiam a ciência. 

Em Adrianópolis já houve 2 casos de Dengue, segundo agentes da Saúde, ambos os casos registrados foram pacientes da sede do município, que se medicaram no posto de saúde local e já passam bem.

No Paraná já foram registrados mais de 18.500 casos e 31 mortes, dados do último boletim sobre a dengue no estado, que só pelas informações de Adrianópolis, vemos o quão desatualizado esses números estão, pois no documento consta apenas 4 notificações de Dengue no município, porém não consta os dois casos confirmados, como apurou a equipe d'A Folha."O Governo do Estado também está reforçando as demais ações de prevenção contra a dengue. O foco é o combate ao mosquito Aedes aegypti, que também transmite o zika vírus e a febre chikungunya. A circulação simultânea das três doenças atualmente é uma das principais preocupações das autoridades de saúde." afirma o Boletim de Dengue do estado do Paraná.

Adrianópolis aparece com 0 casos e 4 notificações de suspeitas, porém dois casos foram confirmados pela equipe de saúde local.

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide de Oliveira, é preciso intensificar o trabalho de eliminação dos criadouros do mosquito. “Mesmo com o fim do verão, os mutirões de limpeza e as ações de conscientização devem continuar em todos os municípios. O poder público e a população têm que se unir e fazer sua parte no combate ao inseto”, disse.

Ao todo, 299 municípios paranaenses são considerados infestados pelo Aedes aegypti. Destes, pelo menos 219 já apresentaram casos autóctones de dengue, quando a infecção ocorre dentro do próprio município. O dado revela que a doença já circula em mais da metade (55%) das cidades do Paraná. “Os números mostram que a dengue não é um problema exclusivo das regiões norte, noroeste e oeste. Hoje a doença já está presente em todo o Estado, inclusive no litoral, que têm a cidade com o maior número de casos do período”, revelou a superintendente.

Cleide se refere à Paranaguá, em epidemia desde janeiro deste ano. Com 3.493 casos confirmados da doença, o município também é o que concentra a maior parte das mortes causadas pela dengue – são 19 das 31 registradas no Estado. Quatro destes óbitos foram confirmados nesta terça-feira, no novo boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde. A diretora da 1a. Regional de Saúde, Ilda Nagafuti, ressalta que o governo estadual já aplicou mais de R$ 8,8 milhões em ações para o enfrentamento da epidemia em Paranaguá. “Dinheiro destinado a atividades de limpeza urbana e a contratação emergencial de médicos e enfermeiros, compra de medicamentos, aquisição de materiais médicos-hospitalares, entre outras despesas para estruturar a assistência aos doentes”, detalhou.

O perigo é que esse número aumente e que os sintomas se compliquem, levando a um surto das doenças, algo que já acontece em 40 municípios do Paraná onde a situação é considerada epidêmica.

É pensando nisso que a campanha desse ano está mais agressiva para conscientizar a população de que, mais do que nunca, é hora de agir.

Dengue 

Mais de 150 mil casos por ano (Brasil)

  • Tratável por um médico
  • Propaga-se por animais ou insetos
  • Requer um diagnóstico médico
  • Frequentemente requer exames laboratoriais ou de imagem
  • Curto prazo: resolve-se dentro de dias a semanas

As pessoas infectadas pelo vírus pela segunda vez correm risco muito maior de desenvolver uma doença grave.

Os sintomas são febre alta e dores nos músculos e nas articulações. Nos casos mais graves, também há sangramentos intensos e estado de choque, que podem ser fatais.

Os tratamentos incluem ingestão de líquidos e analgésicos. Casos graves exigem cuidados hospitalares.

As pessoas podem ter:

  • Dor local: músculos, abdômen, atrás dos olhos, costas ou ossos.
  • Tipos de dor: forte nas articulações
  • No corpo: febre, fadiga, mal-estar, perda de apetite ou suor
  • Também comum: dor de cabeça, erupção vermelha ou náusea

Como é a propagação:

Por picadas ou ferroadas de animais ou insetos.

Doença grave: consulte um médico para receber orientação

 

Febre por vírus zika

Alerta de saúde pública

  • Requer um diagnóstico médico
  • Frequentemente requer exames laboratoriais ou de imagem
  • Propaga-se por animais ou insetos
  • Curto prazo: resolve-se dentro de dias a semanas

Na maioria dos casos, a doença é branda e tem sintomas que duram menos de uma semana. Uma possível conexão entre a infecção de mulheres grávidas pelo Zika vírus e defeitos congênitos subsequentes está sendo estudada.

Os sintomas mais comuns da doença do Zika vírus são febre, erupções, dor nas articulações e olhos vermelhos.
Não há vacina ou tratamento específico para essa doença. O tratamento foca no alívio dos sintomas e inclui repouso, reidratação e medicamentos para febre e dor.

Como é a propagação:

  • Por picadas ou ferroadas de animais ou insetos.
  • Por sexo vaginal, anal ou oral sem proteção.

Consulte um médico para receber orientação

Fontes: Hospital Israelita A. Einstein e outros.

Uma vacina foi aprovada pela Anvisa em dezembro do ano passado e no último dia 30 O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, foi a Brasilia para obter mais informações sobre a vacina, que segundo o secretário, o Governo do Estado pretende adquirir as doses com recursos próprios, visto que a União ainda não sinalizou se irá incluir a vacina da dengue no calendário básico de vacinação.

“Trata-se de uma iniciativa pioneira do Paraná, pois entendemos que é preciso buscar novas armas no enfrentamento da dengue. A vacina já tem eficácia comprovada e será uma grande aliada na prevenção de casos graves e mortes pela doença”, explicou Caputo Neto.

Audiência pública nas comunidades da Capelinha e Vila Mota.

 

Representantes do Sistema Único de Saúde (SUS) realizaram na quarta-feira (17) uma audiência pública com os moradores de Adrianópolis para mostrar como será a avaliação clínica da população exposta ao chumbo. Cerca de 300 moradores das comunidades da Vila Mota e Capelinha (distante 12 km do centro de Adrianópolis) participaram da reunião e puderam esclarecer dúvidas quanto ao acompanhamento que vão receber das equipes de saúde. A Audiência Pública reuniu representantes das esferas municipal, estadual e federal da área de saúde.

A partir de um cronograma estabelecido pelo município, os moradores das comunidades irão receber a visita dos profissionais de saúde e responder um questionário com 30 perguntas sobre os hábitos de vida. "Queremos saber como vivem estas pessoas, do que elas se alimentam e se têm queixas que podem estar relacionadas com a intoxicação pelo chumbo", explicou o diretor da 2ª Regional de Saúde, José Carlos Abreu. De acordo com ele, esta é a primeira vez que é feito um trabalho específico de atendimento a esta população.

A Mineradora Plumbum encerrou as atividades na área em 1995 e desde então deixou um passivo ambiental. "Entendemos que o pior já passou, pois não existe mais contaminação aguda pelo metal. Com a avaliação clínica teremos os primeiros dados para nortear as ações a serem realizadas pelas três esferas de governo. Ainda não podemos afirmar quais são todos os problemas de saúde desta população que estão relacionados com à exposição", ressaltou Abreu. No mês de setembro as equipes de saúde de Adrianópolis foram capacitadas pelo Governo Estadual para trabalhar as especificidades da saúde desta população.

De acordo com o prefeito de Adrianópolis, João Manoel Pampanini, os moradores da Vila Mota e Capelinha, bem como os ex-trabalhadores da mineradora vão receber uma atenção especial das equipes de saúde por ter uma situação muito particular de exposição aos metais pesados, principalmente ao chumbo. "Após a avaliação, as equipes farão um acompanhamento periódico desta população, encaminhando os pacientes para consultas especializadas se for necessário", destacou. Além disto, o prefeito informou que o município já pavimentou alguns trechos e está molhando a estrada todos os dias para evitar que a poeira entre nas residências.

A técnica do Ministério da Saúde, Maria Paula Zaitoni, recomendou que enquanto o levantamento não for concluído, os moradores da região não devem consumir alimentos produzidos nas localidades, especialmente ovos, leite, carnes e hortaliças. "Foram encontrados resíduos de contaminação a partir da sede da ex-mineradora até 4 km em direção a Vila Mota e 5 km em direção a Capelinha.

Durante a Audiência Pública a Secretaria da Saúde distribuiu um material informativo para os moradores da região contaminada. O material também servirá de base para os agentes comunitários de saúde esclarecerem as dúvidas da população.

Os moradores da Capelinha, Mario Oliveira Rosa, 65 anos, Maximiliano Carmo de Jesus, 76 anos, e Bento Taborda Ribas, 66 anos, se aposentaram pela mineradora e vivem na região. Para eles, a Audiência Pública esclareceu muitas dúvidas e estão ansiosos pela visita das equipes. "Sinto muitas dores e gostaria de saber se tem relação com o trabalho que realizei a minha vida inteira", disse Maximiliano.

Contaminação – O chumbo é absorvido através dos alimentos e objetos sujos com pó ou terra contaminada. Entra no organismo pelas vias digestiva e respiratória. A intoxicação crônica por chumbo pode causar hipertensão e insuficiência renal, principalmente em adultos de meia-idade e idosos. Também pode causar fraqueza nos dedos, pulsos ou tornozelos, uma vez que o chumbo se acumula nos ossos. Nas crianças, o excesso de chumbo contribui para alterações de crescimento (peso e altura) e de desenvolvimento (déficit de atenção).

Após a cheia do Rio Ribeira, as ruas  ficaram com muita lama  e essa lama por sinal tinha um mal cheiro insuportável.

A empresa Margem junto com a Prefeitura, providenciou a limpeza e dentro de poucos dias tudo se restabeleceu de forma que a lama e o mal cheiro desapareceram, dando a todos os municipes mais segurança á saúde de todos.

Abaixo o trabalho de limpeza nas ruas da cidade:

 

 

 

Fotos: Lucinei Neves

Josias de Matos Freitas vulgo "Cartucho" de 23 anos, acusado de matar Anderson Vinicios de Souza da mesma idade, em um crime que chocou a pacata cidade de Adrianópolis, está nesse exato momento no Cartório da Delegacia de Bocaiúva do Sul onde está confessando o crime e dando todos os detalhes e principalmente o motivo do crime.

Em entrevista ao A50, o Delegado Mario Bradock disse que o crime foi solucionado e encerrado, Josias atirou e matou Vinicios com a própria arma da vitima, e depois cortou a sua cabeça, José Luiz teria atirado no corpo com ele já sem vida e ajudado na ocultação do cadáver.

O Motivo
Embora a principal linha de investigação tivesse sido o esquema do PRONAF (Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar), onde há suspeitas de que Vinicios seria um "laranja" da quadrilha que usa o programa para fins de enriquecimento ilícito, "...eles contratam pessoas para serem 'laranjas' e dar entrada no PRONAF, pegam valores altíssimos de mais de 250, 300 mil reais e dão para esses laranjas 60, 80 mil e ficam com o resto", porém a hipótese de que esse crime em sí tenha sido uma queima de arquivo, foi descartada.

O real motivo teria sido uma "richa antiga", Josias e Vinicios já estudaram juntos, jogavam bola juntos e o temperamento de Vinicios, sempre explosivo teria gerado um ódio contido por muitos anos, que na noite de quinta-feira (9), chegou a uma vingança jamais vista na cidade. "o menino que faleceu era briguento, até quando iam jogar bola e tinha uma entrada meio forte nele, ele já parava e queria partir pra cima brigar, e tal, ele andava sempre armado, e nesse dia ele estava com duas armas, na hora que ele convidou os meninos para irem caçar, ele passou uma arma pro cara que atirou nele.., ...o cara aproveitou e atirou com a própria arma da vitima." conta Bradock. "devido ao uso de álcool, drogas e ele ainda estava com aquele sentimento de vingança, foi um momento de loucura" continua.

Na entrevista que Cláudio Santos, dono do bar onde os três estavam, deu ao A50 no Sábado, ele contou que os dois suspeitos saíram de lá muito bebados e já haviam chego no estabelecimento sobre efeitos de drogas, o que intensifica a confissão dos dois assassinos. 

Cada um vai a julgamento e poderá pegar até 25 anos de prisão.

No Sábado dia 11 de Fevereiro, José Luiz de Pontes de Lima, já havia confessado o crime, e deu a mesma versão do motivo, porém a policia ainda trabalhava com outras duas linhas de investigação.

Ainda segundo Bradock, as investigações agora estão encerradas, "temos os elementos presos, temos o motivo e temos as armas presas, agora já está concluso".

Ao ser questionado sobre a investigação do PRONAF, Bradock disse que as investigações seguem, mas agora separadamente. Não querendo citar nomes, Bradock disse estar envolvidos pessoas grandes no esquema, até pessoas de dentro de uma agência do Banco do Brasil.

Adrianópolis, 11 de fevereiro. Com apenas 48 horas de investigação a Polícia Civil de Bocaiuva do Sul comandada pelo Delegado Bradock, conseguiu iniciar as investigações, prender os suspeitos e ainda conseguiram a confissão de um dos dois criminosos do bárbaro crime que chocou Adrianópolis
O rápido trabalho e desenvolvimento das investigações da Polícia Civil começou assim que chegaram ao local na noite de quinta-feira (10).

O primeiro suspeito preso foi José Luiz de Pontes de Lima de 30 anos, foi preso em sua casa, no mesmo bairro onde aconteceu o crime. Segundo Bradock, ele acabou comentando com uma outra pessoa o que havia acontecido e isso foi determinante para chegar aos suspeitos. O segundo e principal suspeito, acusado de ter atirado em Vinicios, Josias de Matos Freitas vulgo Cartucho de 23 anos, tentou fugir da cidade, logo depois de terem descoberto o corpo, segundo agentes da saúde, ele deu o nome para viajar à Curitiba com o ônibus da saúde que saiu as 4 da manhã da sexta-feira (11). 
Com a rápida ação, o ônibus foi parado por policiais em Bocaiúva do Sul e Cartucho acabou sendo preso em flagrante. 

 

Na delegacia, ao ser interrogado, José Luiz confessou o crime e contou com detalhes como foi toda a ação, desde o disparo até a decapitação e o ocultamento do cadaver. 

O A50 entrevistou o Delegado Bradock com exclusividade, na tarde deste sábado (11). Confira um trecho:

A50: O Josias "Cartucho", confessou o crime também?

Bradock: Não, o cara agiu e tem sangue frio, ele só debocha, da risada na nossa cara e não fala nada. 

A50: No momento que antecedeu o crime, houve discussão, briga ou ameaça?

Bradock: Nada! O Vinicios foi pego de surpresa com um tiro por trás. Não houve nada de discussão, foi brutalidade e covardia. Sem chance de defesa. 

A50: Houve apenas um tiro? Levantamos que havia golpes na cabeça também, isso é correto?

Bradock: Exato! Aparentemente foram dois golpes de facão ou um de facão e um de enxada. Somente a perícia pode nos dizer. 

A50: Eram somente os dois juntos com o Vinicios na hora do crime mesmo ou havia um terceiro cúmplice?

Bradock: O que ele relata é que eram apenas os dois, porem, eu não descarto a hipótese de ter havido mais pessoa, na verdade até acredito que havia um terceiro sim. Mas vamos continuar as investigações na segunda-feira (13).

O motivo que levou a morte e decapitação de Anderson Vinicios continua um mistério.
Mas já sabemos que existem duas linhas de investigação.
A primeira é que possa ter sido um crime passional, que é quando um crime é praticado por paixão doentia, quando a pessoa perde o controle de suas ações, que mata ou manda matar por ciúme, sentimento de traição ou vingança.
Se esse caso se confirmar haveria então um terceiro suspeito que teria encomendado o crime. 
A Polícia até já tem um nome, mas não podemos divulgar por sigilo das investigações. 

Ou o motivo teria sido por acerto de contas.

Os dois criminosos encontram-se presos em flagrante na carceragem da Delegacia Local de Bocaiuva do Sul a disposição da Justiça e responderam pelo crime de Homicídio Qualificado e Ocultação de Cadáver podendo pegar mais de 25 anos de cadeia cada um dos autores do crime.

 

 

ADRIANÓPOLIS, 11/02/2017 - Um crime bárbaro chocou a pacata cidade de Adrianópolis na Grande Curitiba, o corpo de Anderson Vinicios de Souza Santos de 23 anos foi encontrado decapitado a beira do rio Ribeira de Iguape, no bairro Vila Mota

Foto: Reprodução

Aparentemente Vinicios convidou três outros homens, que estavam bebendo em um bar para irem caçar, dois deles tinham aceito e ficaram esperando Vinicius enquanto ele voltava em casa para trocar de roupa e pegar sua arma.

Vinicios deixou sua moto na casa de um amigo, como sempre fazia quando ia caçar, e eles entraram em uma mata fechada, seguindo uma trilha, caminhando em torno de 1 km da estrada, mata a dentro, por volta das 23h30 da noite.No dia seguinte, seu amigo, notou que a moto ainda estava lá e resolveu procurar Vinicios, achando o corpo do jovem já sem a cabeça.

Seu corpo foi deixado na beira do Rio enquanto sua cabeça, que só fora encontrada um dia depois do corpo a cerca de 3 metros de onde estava o corpo. A Polícia ainda está investigando o que aconteceu, mas já se sabe que Vinicios levou um tiro na cabeça antes de ser decapitado.

Muito abalados, seus amigos e familiares contaram ao A50 que Anderson Vinicios era quieto, não bebia, não fumava e não usava nenhum tipo de droga, que ele era quieto, as vezes um pouco esquentado e meio valente, mas sempre na dele e procurava evitar brigas. Segundo Carolina Santos, namorada da vitima “Ele sonhava em ter uma filha”, relacionamento durava a 7 anos, “eu implorei para ele não ir” relata a jovem.

Já os principais suspeitos, que foram com ele na mata, eram usuários e já saíram do bar, bêbados segundo testemunhas. “Eles usavam drogas constantemente…, …saíram daqui já muito bêbados” conta Cláudio Santos, dono do bar onde eles combinaram de ir caçar. “menos o Vinicios, ele não bebe e não fuma” completa o comerciante, que foi um dos últimos a ver Vinícios com vida.

Segundo o delegado Mario Bradock da Delegacia de Bocaiúva do Sul, responsável pela investigação do crime, há quatro rapazes sendo investigados e duas linhas de investigação. Uma seria um desacerto comercial e outra uma questão de crime passional. 

Havia uma marca de tiro na cabeça e alguns hematomas de golpes. 

O corpo foi enviado ao IML - Instituto Medico Legal de Curitiba e o enterro deve acontecer na tarde de sábado, dia 11/02 no Cemitério Municipal de Adrianópolis.

Adrianópolis, 21 de julho de 2010 - A Força Verde interviu nesta quarta-feira para o fechamento de fábrica clandestina de palmito no município de Adrianópolis no bairro Porto Novo, o palmito era extraído de forma ilegal e industrializado de forma irregular, podendo causar sérios riscos de saúde e até mesmo causar a morte para seus consumidores, foram apreendidos cerca de 80 vidros de palmito industrializado e 36 unidades do palmito in natura, o produtor foi autuado e assinou termo circunstanciado.

O produto da marca "ITO" tem seu registro vencido desde o ano passado no ministrério da saúde, e teve sua venda proíbida pela Vigilância Sanitária (Anvisa) por falsificação de rótulo, porém mesmo assim continuava sendo distribuído e comercializado em toda a região.

Os produtos apreendidos foram encaminhados para o posto Ambiental de Tunas do Paraná, cidade vizinha a Adrianópolis e as unidades in natura, foram doadas para o Hospital Adauto Botelho.

A reportagem da Rede Record de televisão flagrou além da irregularidade para aquisição do produto, também o trabalho escravo da população carente do Vale do Ribeira que é explorada para a extração do palmito.

Abaixo você pode assistir o vídeo na íntegra.

 

Para denunciar qualquer irregularidade disque Força Verde por meio do telefone 0800-643-0304.

© Valcristescu  | Dreamstime.comAdrianópolis possuí inumeros problemas, não muito diferente de outras pequenas e grandes cidades do país, porém nenhum outro grande problema é tão intenso e repetitivo quanto o caos na rede elétrica de Adrianópolis, esse problema é tão antigo quanto a própria rede elétrica da cidade.

O cotidiano de todos os habitantes é nunca contar 100% com a energia elétrica, ocilações constantes e quedas da energia são frequentes durante todos os dias, moradores dos bairros e da área rural relatam ter situação ainda mais caótica, quando o tempo começa a fechar é de prache que a energia tenha inumeras quedas, mesmo antes da tempestade chegar. O que causa tanta dor de cabeça para os munícipes? Por que esse problema ainda não foi resolvido? Por que a Copel ainda não tomou nenhuma providência?

A cidade de Adrianópolis consome hoje cerca de 7 megawatts (ou 7.000.000 watts) de energia elétrica provenientes de duas subestações (SE): Tunas do Paraná e Cerro Azul, mas como são duas linhas interligadas a interrupção em qualquer ponto desta linha causa imediato corte de energia para toda a cidade de Adrianópolis. Por mais curto que seja o periodo entre aqueda e a retomada de energia, isso traz muita dor de cabeça para residências e comércios da cidade, pois causa queima de equipamentos tais como: televisores, microondas, aparelhos de som, receptores de tv, computadores, impressoras, modems, aparelhos de DVD, videogames, entre inumeros outros.

Como isso acontece?


O grande problema está no instante em que a energia é restabelecida, a tensão  pode oscilar, apresentando picos  perigosos para os aparelhos eletrônicos. Mesmo com estabilizadores, os aparelhos eletrônicos podem ser afetados, porque os estabilizadores não respondem às variações maiores do que 15% da tensão da rede e eles também podem ser drásticamente afetados.

Essas quedas repentinas e de rápida duração faz com que o microondas pareça ter vida própria, pois cada vez que a energia cai e retorna ele apita, há casos de esse apito ser continuo e de tons descontrolados de tanta ocilação, o estabilizador é outro aparelho que faz muito barulho devido a instabilidade de energia.

Em hospitais e centros de saúde a queda de energia e/ou queima de aparelhos pode ser crucial na morte de um paciente.

Em nenhuma outra cidade da região a situação é tão precária quanto em Adrianópolis, onde isso é problema diário. Nos casos mais extremos de falta total de energia por um longo periodo de tempo, a SE Ribeira da Elektro de São Paulo é acionada porém consegue prover apenas 2 megawatts para Adrianópolis, suficiente apenas para abastecer o centro da cidade, deixando os bairros completamente sem luz elétrica.

A Folha de Adrianópolis contactou a Copel sobre esses eventos, e a resposta deles sobre todo esse caos que se alastra por anos no município foi de que devido a esses fatores a Copel aprovou em seu plano de obras para 2010, a construção de uma nova linha de distribuição que fará a ligação entre as SEs Pinhal e Cerro Azul. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, a obra, orçada em R$ 2 milhoes de reais, terá início no próximo mês de abril e o seu término está previsto para o final deste ano de 2010, representando um importante reforço para todo o sistema elétrico da região que abarca Cerro Azul, Tunas e Adrianópolis, pois irá interligar o sistema de forma mais confiável,  possibilitando atender à totalidade das cargas em situações de emergência.

Porém isso não irá resolver o nosso problema, dado ao fator de que nossa rede elétrica continuará a mesma e sendo alimentada por uma linha vinda dessas outras três, como os maiores casos para ocilações e quedas são ocasionados por fatores na rede interna da cidade como queda de galhos em cima de linhas, chuvas e mal tempo, o problema iria continuar dando muita dor de cabeça.

Ao ser informado sobre a constante queda de energia na cidade a Copel informou A Folha de Adrianópolis que os números encontram-se dentro das normas da ANEEL. Confira os graficos enviados pela própria Copel:

Índices DEC e FEC de Adrianópolis. Fonte: Copel.

DEC: Intervalo médio de tempo que cada unidade consumidora do conjunto elétrico ficou sem energia elétrica por mais de três minutos.
FEC: Número médio de interrupções em cada unidade consumidora do conjunto elétrico por intervalos maiores de três minutos.

Índices DIC e FIC da sede d'A Folha de Adrianópolis e as metas estabelecidas pela ANEEL. Fonte: Copel.

DIC: Duração total de interrupções maiores de três minutos na unidade consumidora.
FIC: Frequência de interrupções individuais maiores de três minutos na unidade consumidora.

Após analises dos dados A Folha verificou junto com a ANEEL e a Copel que esses dados se referem apenas a interrupções de energia maiores que três minutos, o que não mostra o que passamos com as frequentes quedas de energia repertina que duram nem um minuto, por isso estão dentro da norma da ANEEL, agência que regula o setor de fornecimento de energia elétrica no Brasil.

Ao ser entrevistado pela A Folha de Adrianópolis, o prefeito João Manoel Pampanini disse que está solicitando a Copel que faça alguma coisa sobre esse fato. Disse também que solicitou a limpeza da rede, feita retirando galhos sobre fios de alta tensão e podando arvores causadoras de curto circuito ao entrar em contato com esses fios.

Sobre tais fatos a Copel ainda não se posicionou, porém já prometeu ver mais informações sobre o ultimo e-mail que nós da Folha enviamos.

E você? Como é que a energia elétrica está chegando a sua casa? Como enfrenta as quedas de energia constantes? Já houve alguma perda de algum bem material devido as ocilações na rede elétrica?

Poste de energiaNesta noite de domingo(28) para segunda o mal tempo intenso danificou uma cruzeta de um poste de energia da Copel - Compainha de Energia Elétrica do Paraná em Tunas do Paraná, este poste faz parte do ligamento e distribuição da energia para três cidades, Adrianópolis, Cerro Azul e a própria Tunas do Paraná, segundo a assessoria de imprensa da Copel, o poste, localizado próximo a subestação Tunas, que já era antigo acabou cedendo com a forte chuva e ventos que deu durante o domingo, o dano físico na parte superior do poste, chamado de cruzeta, ocasionou a queda e corte do recebimento de energia às 12h20, já desta segunda-feira(29).

Somente ás 04h45, Adrianópolis começou a receber energia elétrica vindo da subestação Ribeira da AES Eletropaulo no estado de São Paulo, Tunas do Paraná e Cerro Azul continuaram sem energia elétrica até as 11 horas, quando o problema foi solucionado e a distribuição de energia elétrica foi reestabelecida.

PAZ

É sem dúvida, antes de mais nada, o simbolo de bem-estar entre as pessoas... Palavra tão pequena, mas de grande significado!

A PAZ começa pelos meus atos, passa pela ação dos políticos e por nossa pró-atividade equilibrada.

O respeito e a harmonia entre as pessoas, somos nós que determinamos fazer a PAZ no meio em que vivemos, é o início da realização de um dos maiores sonhos que queremos ver realizados! Penso que se não conseguiremos ter paz e boas atitudes, respeito pelo outro, educação, nas coisas mínimas, na certa não a teremos nas maiores! Cada pequena atitude positiva pode contribuir para a paz!

A felicidade não depende de pessoas, muito menos de circunstâncias, a felicidade, depende de nós mesmos, porque ela está dentro de cada um de nós.

É com esta reflexão que chamo a atenção de todas as pessoas, jovens ou adultas, que vivem em Adrianópolis ou no resto do mundo, que ocupam esse planeta chamado Terra por um tempo passageiro e finito. Se formos parar pra pensar, vamos perceber que a vida é como um conto ligeiro, por isso, temos que fazer valer á pena cada momento! Temos a obrigação de contribuir para além da nossa felicidade, proporcionar também a felicidade de nossos semelhantes, contribuir para um mundo melhor para todos! E tudo isso só vai ser possível no dia em que o ser humano desvencilhar-se do seu egoísmo, aprendendo a compartilhar a paz, aprendendo a conviver, a promover felicidade! Quero nesse momento enaltecer a grandiosidade que vivemos rescentemente nas festividades do cinquentenário do município de Adrianópolis, vivemos momentos de grandes emoções, momentos que se eternizarão em muitos corações e na memória de todos, mas o maior destaque  deste evento  foi  a PAZ! Vimos todos os participantes transbordando alegria, gente bonita , daqui ou  de fora que vieram  para prestigiar-nos, outras que tem sua história de vida aqui, outros ainda que fizeram questão de marcar presença para reviver um fato ou visitando amigos ou familiares e outros  que aqui estiveram pela primeira vez, até amigos de outros países, estados e cidades diferentes. A todos que abrilhantaram este momento festivo dos 50 anos de Adrianópolis, nossos sinceros PARABÉNS pela  maneira como se comportaram! Nenhuma ocorrência policial, nenhum desrespeito, nada grave! Só alegrias, é assim que se faz um mundo melhor!

A Folha de Adrianópolis, vem através deste artigo, priorizar este espaço para homenagear as boas atitudes que começam dentro de nós. Que os próximos 50 anos sejam de muita Paz e que esse exemplo continue se expandindo  dentro de cada ser. Que a semente do bem, espalhada em Adrianópolis, possa florescer em todos os corações e que o nosso planeta seja infestado de amor, respeito, solidariedade, esperanças e acima de tudo de muita PAZ!

Emprestei essa frase título do livro Decifrando a Terra que ganhei de presente de uns amigos geólogos da Universidade de São Paulo.

Nesse nosso tempo de tantos terremotos, tsunamis e deslizamentos, minha segunda paixão acadêmica (embora eu acho às vezes que seja a primeira), aflorou e voltei a ler sobre geologia, tentando entender o que nossa mãe terra tem tentado nos dizer nesses instantes de tanta dor e perda para muitos.

Não se admire se um dia você abrir a janela e pasmar, porque aquele morro que a milhões de anos ali estava, hoje já não está mais. Vivemos em um vale, construído milenarmente por um rio, e nossas únicas opções de moradia se encontram na várzea (lugar que já foi leito do rio) ou na encosta de morros.

O problema, e diga-se de passagem, sem solução é que as encostas de morros são terrenos geologicamente instáveis por definição, variando em grau de instabilidade conforme o grau de inclinação da encosta, tipo de rocha mãe (aquela que está embaixo do solo), espessura do solo superficial e fatores antrópicos (produzidos pelo homem), tais como desmatamento, ocupação desordenada, queimadas de pastos etc..., as várzeas são terrenos dos rios, nós é que nos intrometemos por lá, vez ou outra ele aparece para matar a saudade do que é seu, e as enchentes ocorrem.
Olhando para nosso lugar em específico apesar da grande inclinação das encostas que cercam nossa cidade , a rocha mãe desse solo é o calcário ou o filito, rochas que produzem solos argilosos, menos permeáveis às infiltrações e portanto menos propensos a deslizar. O problema é que este ano e no ano passado choveu muito mais do que a média e portanto a instabilidade já se faz notar.


De nossa parte podemos trabalhar minimizando desmatamentos, reflorestando com espécies apropriadas, evitando a ocupação desordenada das encostas e só.

De resto, acreditar que todo grão de quartzo que está ali encrustrado naquele morro, mais cedo ou mais tarde vai fazer parte da areia de alguma praia, oremos para que sejam daqui a milhares de anos e que a montanha apesar de toda a nossa fé não invente de sair do lugar.

Façamos a nossa parte... consciência... "fogo de morro acima... pedra de morro abaixo" é o novo ditado....

"Não pode cair uma gota que a luz acaba"

"Não dá para assistir um vídeo sem travar"

Acho que todos estamos acostumados com essas reclamações, não é mesmo? E sobre valores cobrados bem acima dos contratados; gastos com luzes de emergências; ilhados por falta de comunicação; perda de produtos que necessitam de refrigeração; velocidade contratada nunca é nem perto da que você recebe, etc...

Poderíamos passar horas e horas detalhando todos os problemas relatados por nossos leitores, que incansavelmente nos pedem que abordemos esses assuntos, através de e-mails e nossos canais sociais na internet. 

O que acontece a mais de 10 anos em nossa cidade é que não possuímos uma rede elétrica eficaz e os serviços de celular, fixo e internet são precários. 

Oi

A empresa esta tentando se livrar da falência, com os caixas no vermelho a empresa se rasteja e prevem até venda sua divisão móvel (segundo a nota À Folha a Oi destacou: "No plano de recuperação judicial o que consta é que vender a parte móvel da companhia é uma alternativa, mas não pretendemos vender somente em último caso, como alternativa."). 
A Oi se instalou em Adrianópolis na compra da antiga Brasil Telecom em 2009, que passou a gerenciar a então única torre de celular GSM na cidade, desde sua instalação a rede da Oi não sofreu atualizações e até hoje não conta nem com uma rede 3G, quanto menos 4G. As bandas utilizadas e a tecnologia adotada são arcaicas. Dependendo do horário, devido ao numero de acesso a dados móveis a rede simplesmente fica inacessível. 
A rede de fixo e internet também segue a mesma linha de antiguidade, ainda não há fibra ótica que chegue a Adrianópolis e o link de internet disponível para a cidade esta a anos defasado, isto é, com 45GB disponível (numero estimado, ainda sem confirmação da operadora), e a cidade contando com muitos usuários deixa a rede sobrecarregada, pois há vários clientes utilizando 2, 4, 8, 10 e 15 Megas. Além da rede ficar lenta se junta as reclamações de indisponibilidade no serviço, valores cobrados dos quais não correspondem com o contratados, além de problemas com contato ao suporte da operadora. 
O Oi Fixo tem tido as mesmas reclamações, há dias em que o sinal cai e ficam dias sem uma resolução. Em uma matéria d'A Folha, ao entrarmos em contato com a Oi, o atendente disse que não tinha o que fazer pois só havia tido uma única reclamação que era da nossa redação, ao ser publicada a matéria recebeu vários comentários de clientes da operadora dizendo que eles também já tinham ligado e reclamado inúmeras vezes. 

Esses problemas tem ocorrido cada vez com mais frequências.

Resposta da empresa

Em resposta a essa matéria a Oi mandou nota À Folha dizendo:

A Oi informa que cumpre os critérios de cobertura determinados pela Anatel em Adrianópolis, atendendo área superior a 80% do polígono urbano. A empresa já investiu mais de R$ 81 milhões no Paraná no primeiro semestre de 2016 priorizando investimentos em suas redes de telecomunicações como uma das estratégias do plano de transformação operacional da companhia para melhoria da qualidade do serviço aos clientes em todas as regiões. No período foram ampliados ou modernizados 74 sites de telefonia móvel e 26 novos sites foram implantados no Estado. Sites são locais onde ficam as antenas que realizam a transmissão do sinal do serviço móvel. A companhia também instalou 5.446 novas portas para o serviço de banda larga fixa. A Oi acrescenta que estuda constantemente a expansão de sua cobertura móvel e de banda larga, de acordo com critérios técnicos e mercadológicos.

A empresa também negou estar com os cofres no vermelho, "Não temos caixa no vermelho e já investimos r$ 2,4 bi em todo brasil somente neste ano de 2016."

 

TIM

Hoje a cidade conta com uma torre mais nova e moderna da operadora TIM, embora a torre disponibilize sinal 3G e tenha uma abrangência maior de sinal e bandas, quando recebemos ligações a maioria das vezes não se houve a outra pessoa, mas sim um ruído alto o que impacta e muito na hora de optarmos por esse serviço, por mais que a internet 3G seja de qualidade superior a da Oi.

Resposta da empresa

Em nota a TIM respondeu a essa matéria dÀ Folha dizendo:

Na cidade de Adrianópolis, a cobertura da TIM atende aos padrões exigidos pela Anatel e equipes realizam acompanhamento diário da performance da rede. Dentro da política de transparência com o cliente, a TIM disponibiliza a cobertura oferecida aos clientes no site da empresa. A operadora informa que com base nas informações repassadas fará análise de rede na cidade.

A TIM salienta, no entanto, que a cobertura de uma rede de serviços móveis pode ser afetada por uma série de fatores, tais como: vegetação, edificações, topografia, etc. A empresa reitera que tem a satisfação dos seus clientes como prioridade estratégica e investe constantemente na melhoria da qualidade dos serviços e atendimento em todo o Brasil. No triênio de 2016 a 2018, a operadora investirá R$ 12,5 bilhões no Brasil, em especial para o desenvolvimento de infraestrutura de rede para garantir a melhor experiência do usuário.

 

Copel

A estatal tem o maior número de reclamações na cidade e muito se falou sobre o melhoramento da qualidade de sinal nos últimos anos, porém nada mudou. A Folha possui várias matérias abordando o assunto da péssima qualidade do serviço no município. Recentemente a Copel construiu uma rede nova que abastece somente uma fabrica de cimentos na cidade, porém a população ainda sofre com a antiga e precária rede elétrica que nos deixa à mercê de interferências externas e internas na rede da empresa.
Nossa cidade vizinha, Ribeira - SP, também na divisa de estado, conta com qualidade muito superior de sinal e as quedas de energia são raras, lá a empresa responsável é a AES Eletropaulo enquanto em Adrianópolis, abastecida pela Copel, quedas, oscilações e interrupções são constantes no dia-a-dia dos cidadãos.
Perda de eletrônicos, itens de consumo, equipamentos de refrigeração, além de equipamentos médicos que precisam de energia elétrica para seu funcionamento são afetados por esses eventos.
A empresa recentemente renovou o cabeamento dentro do centro do município, porém a subestação e rede que traz a energia até a cidade ainda precisam de inúmeras melhorias para ter um serviço no mínimo mais estável.

Resposta da empresa

A Copel entrou em contato com A Folha e o A50:

A Copel ressalta que está com ações contínuas para a melhoria da qualidade de fornecimento de energia aos habitantes de Adrianópolis. A Companhia realizou recentemente manutenção preventiva no Alimentador Plumbum, que atende a maior parte do município, com substituição de diversos equipamentos por itens novos.

Em outubro, as equipes da Copel farão também a roçada da área próxima ao alimentador. Outra ação realizada foi a roçada das áreas próximas às linhas que ligam Adrianópolis a Cerro Azul e a Tunas do Paraná e são as principais fontes de fornecimento de energia ao município.

Para melhorar a qualidade do atendimento, em 2016, a Copel está disponibilizando uma nova equipe para atendimento especial ao município. A Companhia também abriu recentemente um “Centro de Manutenção” no município, com equipe lotada para atendimento aos casos mais graves.

Além disso, a Copel está estudando a aplicação de recursos para modernizar a rede da região nos próximos anos.

 

E para você, qual a pior empresa de serviços que opera na cidade? Entre em contato conosco através do e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou através de nossas redes sociais: Facebook / Twitter.

Nós continuaremos avaliando essas empresas e esperamos um dia poder contar com serviços dignos do preços que pagamos.

Depois de mais um mês de obras, a Margem Companhia de Mineração (empresa do Grupo Supremo Cimento) estará realizando mais uma reunião com a comunidade de Adrianópolis e região.

A pauta que foi apresentada confere uma conversa sobre os andamentos das obras da nova fábrica, os andamentos dos programas sócioambientais e uma palestra sobre a hidrogeologia da Vila Carumbé, logo após será realizado um coquetel para os presentes.

Nesta nova reunião o local a ser usado pela empresa será a Câmara Municipal de Adrianópolis, no dia 27 de março de 2013. Nesta Quarta-feira. A reunião está marcada para as 19h00.

A Margem Companhia de Mineração enviou um cominucado a população de Adrianópolis e região para um evento do dia 25 de janeiro em que irão apresentar seus planos de trabalho, o que foi feito e o que ainda tem a acontecer, como forma de transparencencia e informação a empresa que começou suas instalações no ano passado já se encontra em um estágio avançado de construção.

O evento ainda contará com uma palestra sobre Educação Patrimonial que visa envolver a comunidade na gestão do patrimonio cultural. Isso se deve em fato maior as exigências do IPHAN/PR (Instituto do Patrimonio Histórico e Artistico Nacional) que devido a dois Sítios Arqueológicos que foram encontrados no local de construção.

Os Sítios Arqueológicos

Foram localizados dois sítios arqueológicos singulares. Um dos sítios resgatados apresentou um número expressivo de fogueiras concentradas e material cerâmico pré-histórico que foi associado a grupos indígenas do tronco linguístico Jê, que habitavam todo o planalto sul brasileiro, como qualquer patrimonio é assegurado, há uma série de quesitos que precisam ser seguidos e isso também será abordado no encontro.

Abaixo encontra-se o comunicado na integra enviado pela empresa:

Convidamos toda a população para participar do Encontro com a Comunidade, cujo objetivo é apresentar o andamento das Obras da Nova Fábrica e os programas sócio-ambientais realizados pela empresa Margem Companhia de Mineração. Nosso encontro para o mês de Fevereiro será realizado na APAE – Km 4, no dia 25 às 19h00, onde também será apresentado uma Palestra de Educação Patrimonial, sobre os Sítios Arqueológicos resgatados nas obras da nova fábrica, e os procedimentos para atendimento pleno às exigências do IPHAN/PR.

Informações básicas do Município:

Nome: Adrianópolis.
Prefeito Municipal: João Manoel Pampanini.
Endereço da Prefeitura Municipal:
Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, Número: 57.
Centro -Adrianópolis/PR
CEP:83490-000

Feriados Municipais:
Padroeira do município: Nossa Sra do Perpétuo Socorro em 23/06.
Aniversário do Município: em 25/07

OUTROS EVENTOS FESTIVOS:

Festas Juninas Tradicionais nos bairros promovidas pelas escolas e pela igreja, em devoção aos santos padroeiros.Festa da Padroeira. Aniversário da cidade com vários eventos: Rodeo, shows com cantores populares/ sertanejos.
Baile para a juventude.
Baile de gala.
Futebol: Equipes de grandes times convidados a enfrentar a seleção do município.

Aspectos Populacional e Geográfico:
População Total 7006 habitantes.
Urbana: 1.614
Rural: 5.392
Área 1.422,997 km²
Altitude 154 m (nível do mar)
Latitude 24° 39,524´ sul
Longitude 49°00,494´ W-GR (conforme coordenadas de GPS)
Clima: Subtropical temperatura média 23°

Municípios Limítrofes:
Ribeira-SP
Tunas-do - Paraná
Itaóca-SP
Barra do Turvo - SP

A Prefeitura Municipal de Adrianópolis em parceria com a APMI e a Assistência Social de Adrianópolis e a fabrica de cimentos Supremo festejaram o Dia das Crianças com a inauguração de duas novas obras na Vila Bela, com distribuição de doces e salgados além de muita brincadeira para a garotada.

O prefeito João Manoel Pampanini recebeu o Deputado Estadual Stephanes Junior, o Prefeito Eleito Alcides Bassete e seu Vice Vandir Veterinário além de vereadores e população para prestar homenagem a dois saudosos cidadãos Adrianópolitenses.

Praça Municipal Prefeito Argentino Milani

A construção da Praça e campo, Parque da Vila Bela foram construídos pela Supremo Cimentos em parceria com a Prefeitura em pagamento do aluguel pelo uso do campo da Vila Bela enquanto a fabrica estava sendo construída.
Agentino Millani foi Prefeito de Adrianópolis de 1983 à 1989 e veio a falecer no ano de 2013.

Sua esposa Adir Milani recebeu as homenagens e junto com o Prefeito João Manoel Pampanini fizeram as honras e inauguraram a praça.

CRAS José Candido Baptista Carvalho

A obra recebeu R$ 400 mil em verba Federal e foi construída ao lado da nova Praça, o prédio recebeu o nome do nobre cidadão tão conhecido e admirado por toda população, José Candido Baptista Carvalho, sua esposa e familiares acompanharam a homenagem que causou grande comoção à familia do seu Zé Candido, como era carinhosamente conhecido.

Toda mobiliada e pronta para o uso, a nova sede do CRAS já entrou em operação.

Cerca de 10 mil pessoas, de acordo com a Policia Militar, participaram, neste feriado de 1 de Maio em Curitiba, de um ato contra ações de repressão que o governador Beto Richa (PSDB) vem praticando contra manifestações populares, principalmente de professores a quais foram massacrados pela Polícia Militar a mando do próprio governo (chefe das policias) e do secretário de Segurança Pública, Fernando Francischine.

Professores, servidores, sindicalistas, estudantes e os mais variados movimentos populares abaixaram a bandeira do Brasil do mastro enfrente do Palácio Iguaçú, sede do governo paranaense, a meio mastro, e a bandeira do estado do Paraná foi descida por completo.

Este 1º de Maio de protestos contra a política do governo tucano paranaense é algo histórico em Curitiba.
Ali, hoje dia 1/05, deveria por tradição, ocorrer a Festa do Trabalhador provido todos os anos pelo governo e pelos sindicatos (ligados ao governo estadual), onde uma multidão de pessoas humildes da periferia lotam a praça enfrente ao governo para acompanhar os sorteios de automoveis, motos, etc., bem como shows de cantores famosos, mas hoje foi de luta e luto. A festa promovida pelo governador foi cancelada.

Dia 29 passado professores foram massacrados em praça pública, fato que entra nos anais da história paranaense como algo que mancha a vida politica-social e de lutas democráticas.

O Governo do Estado não respondeu aos e-mails enviados pel'A Folha.

A Campanha da Fraternidade é realizada anualmente pela CNBB - (Conferência Nacional dos Bispos no Brasil) durante o tempo da quaresma, com o objetivo de despertar a solidariedade dos seus fiéis para um problema concreto que abrange a sociedade brasileira. Para o ano de 2014, a CNBB escolheu como tema “Fraternidade e Tráfico Humano”, e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). O CD da CF possui cantos (para o tempo da quaresma e outras celebrações) do Ano A. Além disso, a obra traz canções a respeito do tráfico humano em suas várias formas e alerta a sociedade sobre esse grande problema.

A Campanha da Fraternidade, através da qual, aborda um diferente e urgente problema social do Brasil, contribuindo com propostas concretas capazes de se transformar em leis de defesa dos pobres e de toda a população, como o estatuto do idoso e a lei da ficha limpa. Os temas, nesses anos, têm sido os mais variados, relacionados ao trabalho, família, menores abandonados, idosos, negros, indígenas, juventude, justiça e cidadania, ecologia, saúde, educação e outros. Temas que são acolhidos e refletidos em sessões nas casas legislativas municipais, estaduais e federal. Esse ano, com o tema ‘Fraternidade e Tráfico Humano’ e o lema propõe que a nação brasileira encare a chaga social do tráfico de pessoas. Ligado ao tráfico de armas e de drogas, é um crime pelo qual pessoas são aliciadas e traficadas para a exploração no trabalho, o comércio de extração de órgãos e a exploração sexual. Presa fácil desse aliciamento são os mais pobres, mulheres, crianças, que veem em certas propostas atraentes uma possibilidade de vencer, com melhores condições de vida em outras cidades ou países. As famílias precisam estar atentas a possíveis e sutis aliciamentos.

O território brasileiro se insere no cenário mundial do tráfico de pessoas como rota de passagem por onde agem os traficantes. Outro dado é que o tráfico movimenta soma altíssima de dinheiro e o número de vítimas aumenta a cada ano. A Igreja propõe agir em três direções: prevenção, assistência às vítimas e incidência política. Atua na conscientização e no acompanhamento das vítimas, ajudando-as a superar traumas, como fazem a pastoral da mulher marginalizada, no auxílio às vítimas da exploração sexual, e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), no apoio às vítimas da migração para o corte da cana e outras situações que se configuram como trabalho escravo. O recrutamento ao trabalho degradante é feito por intermediários (‘gatos’) de patrões invisíveis. A Campanha da Fraternidade quer contribuir, à luz da fé cristã, para que a sociedade brasileira, protegida por leis mais rígidas e controle eficaz por parte dos órgãos públicos, possa identificar a incidência do tráfico humano e não se omitir diante desse silencioso e lucrativo delito que fere violentamente a dignidade da pessoa humana.


Objetivos desta Campanha da Fraternidade:

 

Objetivo Geral Identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-lo como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus.

Objetivos específicos
1. Identificar as causas e modalidades do tráfico humano e os rostos que sofrem com essa exploração.
2. Denunciar as estruturas e situações causadoras do tráfico humano.
3. Reivindicar, dos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas pelo tráfico humano na vida familiar e social.
4. Promover ações de prevenção e de resgate da cidadania das pessoas em situação de tráfico.
5. Suscitar, à luz da Palavra de Deus, a conversão que conduza ao empenho transformador dessa realidade aviltante da pessoa humana.
6. Celebrar o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado às vítimas desse mal.

Entenda o significado do cartaz:
O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

 

No dia 20 de outubro, Ribeira, no estado de São Paulo, completou seus 106 anos e o Prefeito Jonas Batista junto com o Presidente da Câmara Mário Oliveira, realizaram a sessão solene para comemorar a data e também homenagear o senhor José Ernesto de Oliveira, ex Vice-prefeito, ex-presidente da câmara e por várias vezes vereador da cidade de Ribeira. 

Prefeitos e vereadores de Ribeira na Sessão Solene dos 106 anos da cidade. Foto: José Armando Moreira

Foram relembrado seus esforços e suas benfeitorias a cidade e aos cidadãos ribeirenses. Além de lhe presentear com uma placa. 

Ex-vice prefeito e ex-presidente da câmara José Ernesto
de Oliveira recebendo a placa em sua homenagem pelo
atual Presidente da Câmara, Mario Oliveira.
Foto: José Armando Moreira.

Tambem se fizeram presente outros vereadores, autoridades e lideranças municipais, músicos de apiai, além da própria população que prestigiaram o evento. 

 

Placa de homenagem a José Ernesto de Oliveira. Foto: José Armando Moreira.

Eleito pela primeira vez, e já com 68,54%, exatos 2900 votos dos eleitores de Adrianópolis, Alcides Rodrigues Bassete nasceu em 12 de fevereiro de 1965 na cidade de Adrianópolis. 

Filho de Olinda de Souza e Milton Bassete (que veio a falecer por problemas no pulmão, devido aos poluentes emitidos pela extinta Plumbum) Alcides, ou Cide do Banco, seu nome de urna, morou parte da sua infância no bairro Rocha, ainda quando criança se mudou com seus pais para o centro de Adrianópolis, se formou no Ginásio Saddock de Sá, hoje Colégio Estadual Santa Barbara. 

 

Sua carreira profissional começa em 1986, quando foi contratado no Banco Bradesco de Ribeira no estado de São Paulo, em 1988 passou no concurso público do Banestado, Banco do Estado do Paraná, onde iniciou sua mais profunda e dinâmica experiência profissional, seu trabalho como escriturário foi tão bem reconhecido que logo se tornou caixa do banco.

 

 

Ainda em 86, ele conhece Maria de Fátima Paiva, que em 14 de dezembro de 1991 se tornaria sua esposa passando a se chamar Maria de Fátima Paiva Bassete. 

 

 

Da união nasce, em 29 de junho de 1994, Raíssa Paiva Bassete, primeira filha do casal.

 

 

Em 1995, seu desempenho e suas qualidades como respeito e honestidade com o trabalho são novamente reconhecidos e Alcides é elevado a Gerente do Banestado, que anos mais tarde seria comprado pelo Itaú. Reconhecido não somente por sua postura profissional, mas também por sua disposição e excelência no suporte à seus clientes, Cide se tornou muito popular com toda a população da cidade. 

 

No dia 03 novembro de 1999, vem ao mundo o seu filho mais novo Otávio Paiva Bassete. 

 

Sua carreira política pode estar começando agora, mas Alcides já vinha acompanhando e ajudando na campanha do atual prefeito João Manoel Pampanini em 2008, e sua reeleição em 2012.

Muitos citam o Cide como principal força para a vitória do primeiro mandato de atual prefeito, justamente por ser conhecido em todo município principalmente nos bairros mais afastados. 

 

 

Algumas pessoas alegavam sua possível falta de experiência política, mas Cide sempre rebateu veementemente enfatizando sua grande experiência administrativa em frente ao Banco, afinal foram 30 anos de uma gerência admirada até por seus adversários políticos, mas principalmente pela população de Adrianópolis que hoje o elegeu como seu novo prefeito.

Adrianópolis PR

URNAS APURADAS100,00%4.931ELEITORES 90,57%VOTANTES 9,43%AUSENTES
 

PREFEITO

Cide do Banco
 
ELEITO68,54 %Cide do BancoPSC2.900 VOTOS
Sandro Santos
 
31,46 %Sandro SantosPDT1.331 VOTOS
 
 
BRANCOS511,14%
NULOS1844,12%
VÁLIDOS4.23194,74%

VEREADORES

 

    •  
    • Ivan da Varginha
    • PT
    • 10,90%
    • 471
    •  
    • Claudio Raab
    • PT
    • 10,67%
    • 461
    •  
    • Sidinho Souza
    • SD
    • 9,31%
    • 402
    •  
    • Fernando Polli
    • PSC
    • 8,96%
    • 387
    •  
    • Ruy Fonseca
    • PDT
    • 6,57%
    • 284
    •  
    • Sidinho do Perau
    • PSC
    • 5,60%
    • 242
    •  
    • Professora Janaina
    • PSC
    • 5,23%
    • 226
    •  
    • Marcio Oliveira
    • PSC
    • 5,09%
    • 220
    •  
      • Soeli do Ito
    • PSD
    • 2,62%
    • 113