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Dom, Jul
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No dia a dia das grandes e também pequenas cidades, ter um carro não é uma questão de luxo, mas de necessidade. Um automóvel é essencial para ir ao trabalho, para levar as crianças à escola, para a realização de passeios e viagens.

Atualmente quem almeja adquirir um carro pode encontrar modelos de qualidade não apenas entre os novos, mas também entre os veículos seminovos e usados. Um exemplo disso é o Sandero seminovo.

Mas como você vai comprar o carro ideal? Hoje em dia, quando o assunto é ter um carro na garagem é possível optar pela participação em um consórcio. Para isso, é importante estar por dentro de alguns detalhes importantes a respeito de como funciona esse tipo de investimento.

Em um consórcio, o interessado em adquirir um automóvel passa a integrar um grupo que contém outros compradores. Esse grupo é organizado por uma empresa responsável por administrar e orientar esse tipo de transação.

A alternativa mais comum para possibilitar a aquisição de um automóvel é a realização de um financiamento. Nesse caso, o financiamento é feito junto a uma instituição financeira, que pode ser um banco ou até mesmo a própria montadora.

Como é efetuado a compra por financiamento

O financiamento é atualmente considerado a modalidade mais utilizada entre as pessoas para a realização da compra de um carro. Inclusive, uma das vantagens é que existe a possibilidade de dar uma entrada em um financiamento utilizando um consórcio.

A aquisição de um veículo por financiamento implica que o comprador irá dividir a maior parte do valor do carro em parcelas. Tais parcelas serão quitadas durante os anos seguintes.

No entanto, na modalidade de financiamento, a entrada deve ser paga à vista. De uma forma geral, o valor mínimo para pegar a entrada é de 10% do total do automóvel. Caso o comprador considere válido, pode utilizar o consórcio como entrada.

Nesse caso, é utilizada a chamada Carta de Crédito do Consumidor, também conhecida como CDC. Vale salientar que esse é um dos financiamentos mais comuns realizados hoje em dia.

Além disso, em cada parcela é cobrada uma taxa de juros, que varia conforme os critérios da instituição financeira onde o financiamento foi realizado. Com isso, fica mais fácil para você comprar o seu Palio usado ou outro carro de igual qualidade.

Vantagens de adquirir o seu automóvel por meio da realização de um financiamento

Como já é sabido, são poucas as pessoas que podem comprar um carro à vista.

Por isso, o financiamento acaba sendo a forma mais usual de aquisição de um novo veículo. Veja a seguir algumas das suas vantagens.

Não há a necessidade de aguardar para ter o seu carro na garagem

 

Enquanto na compra feita por meio de um consórcio é necessário aguardar que você seja sorteado, diante da realização de um financiamento você tem condições de levar o seu veículo assim que tiver o dinheiro devidamente liberado.

Essa é uma das razões para que a procura por financiamentos seja bastante atraente para a maioria das pessoas.

As parcelas são pagas mensalmente para o banco

 

De acordo com as regras da instituição financeira que está na negociação do seu financiamento, é possível parcelar em até 72 vezes ou até mesmo mais. Sendo assim, uma alternativa bastante vantajosa.

Negociação de juros mais baixos

 

Ao apresentar uma determinada quantia para dar de entrada, por exemplo, você tem condições de reduzir o valor das parcelas ou, até mesmo, estipular um fechamento de prazo menor e que seja mais compatível com as suas condições financeiras.

As características do financiamento para a compra de um carro

Hoje em dia, a liberação para uma pessoa realizar um financiamento para a aquisição de um veículo depende de uma análise feita pelo banco. Nesse caso, o gerente efetua uma avaliação, verificando se o comprador está ou não negativado.

Com isso, é possível ter uma noção prévia se o cliente terá condições de assumir o pagamento das parcelas e qual o valor mais adequado para poder quitá-las normalmente.

Caso o nome do cliente esteja negativado, não é possível realizar o financiamento. Para isso, é preciso sanar todas as dívidas que você possua.

Porém, no caso de pensionistas do INSS, funcionários públicos e servidores públicos, é possível solicitar um financiamento, ainda que tenha o nome negativado.

Para a solicitação de um financiamento, de uma maneira geral é necessário apresentar alguns documentos, tais como o CPF, o RG e um comprovante de renda. Porém, alguns bancos podem eventualmente solicitar outros documentos.

Além disso, é importante levar em consideração que caso o comprador, por algum motivo, não tenha condições de efetuar o pagamento das parcelas do financiamento, o carro poderá ser apreendido.

Dicas para a realização de um bom financiamento

Apesar das vantagens que o financiamento de um veículo proporciona, é importante também dar a devida atenção para alguns detalhes que podem fazer toda a diferença para facilitar a negociação.

Por isso, vale a pena seguir algumas dicas, tais como:

Efetue uma boa pesquisa

 

Analise bem os veículos que são do seu interesse, levando em conta questões como manutenção, espaço interno e demais detalhes. Realizando uma boa pesquisa, você vai encontrar carros como Hb20 à venda, Fiat, Gol, e outros modelos com valores atrativos.

Planeje as suas prestações

 

Antes de fazer um financiamento é bom estar ciente da sua renda mensal para ter uma noção exata do quanto poderá ser gasto, evitando assim transtornos até mesmo para as contas do seu dia a dia.

Portanto, uma boa dica é não comprometer mais de 30% do que você ganha na hora de efetuar o pagamento do seu automóvel. É importante lembrar que, além das prestações, você irá gastar com combustível, seguro, peças e outros gastos.

Um bom valor de entrada

 

Quando a questão é o financiamento de um carro, um bom pagamento na entrada pode ser um ótimo começo.

Quanto maior for a entrada, a tendência é que as parcelas sejam menores, trazendo assim condições mais favoráveis para a negociação de descontos mais acessíveis.

Conclusão

 

Não é impossível ter o carro dos seus sonhos. Hoje em dia, diante das opções de financiamento e consórcios, um automóvel na garagem pode ser realidade para muitas pessoas.

Por isso, não se esqueça de mostrar esse texto para algum amigo seu que ainda não sabe se vale a pena investir na compra de um carro e não sabia que era possível usar o consórcio como entrada em um financiamento. 

 

*Credito da imagem: Freepik.com

Cansados de tantos pedidos de dar dinheiro para seus filhos, a mesada pode ser a solução para a questão financeira, não só dos pais,mas também de seus filhos a curto e longo prazo. Embora a maioria dos pais brasileiros não dão mesada aos filhos, nós deveriamos rever essa posição.

Sempre os especialistas em educação financeira pedem aos pais que utilizem a mesada ou semanada (que é o ato, não obrigatório, dos pais dar uma quantia em dinheiro aos seus filhos, mensalmente ou semanalmente) para que seus filhos comecem a aprender, desde cedo, a controlar suas finaças pessoais da melhor forma possível, a prática!

Obviamente que os pais devem auxíliar seus filhos para que o dinheiro seja usado da melhor maneira possível, mas nunca interfirindo diretamente nas escolhas deles, por exemplo:

A criança quer comprar um brinquedo, em um dia qualquer, em que vocês tenham ido a uma loja, como não é nenhuma data especial, aniversário, natal, dia das crianças, etc, você pode sugerir a ela ir guardando uma quantia da mesada para poder comprar o brinquedo futuramente, caso ela ainda não tenha o valor total do brinquedo, jamais dê o restante do dinheiro,mesmo que seja uma pequena quantia que falte, pois assim não teria um reconhecimento de econômia para a criança, também evite adiantamentos de mesada.

JAMAIS corte a mesada de seu filho após um mal desempenho na escola ou por um mal comportamento em casa ou com amigos, ele precisa entender que isso não é um jogo de bonificação ou um presente caso as notas aumentem, isso poderia desenvolver uma personalidade mercenária nas crianças, que só tirariam notas boas caso tivessem algum estimulo financeiro. Essa questão é unanimidade entre os especialistas em educação financeira infantil, algo raro de acontecer, sempre há alertas para que os pais ofereçam ajuda, livros, atenção, apoio, mas nunca dinheiro sobre a questão do desempenho escolar.

Apartir de quando posso começar a dar mesada a meus filhos?
Apartir dos 3 anos de idade, as crianças já começam a ter noção de que o papelzinho colorido e as moedinhas servem para comprar doces e brinquedos, uma ótima idade para que elas já possam receber uma quantia, bem pequena, por mês ou semana. Para crianças maiores de 7 anos, deve haver uma conversa junto aos pais, para que seja definido um valor X, para que a criança possa controlar seus gatos e fazer suas finanças para projetos a curto prazo. Para adolecentes os especialistas recomendam deixar bem claro, logo no começo, para que se destinará esse valor pago na mesada e o que não pode ser comprado, como bebidas alcóolicas, por exemplo. Prefira dar semanada para crianças de até 6 anos, pois um mês pode parecer uma eternidade para elas, utilize um calendário semanal para ela ver a passagem dos dias.

Qual o valor que devo dar na mesada?
Recomenda-se estipular uma quantia bem pequena, quando a criança tenha 3 anos, e após os 6 anos, uma quantia não muito alta, para poder criar uma educação de economia, nem muito baixa, algo que a criança maior de 7 anos só possa comprar balas por exemplo. Sugere-se que seja dado uma quantia de R$ 1,00 para cada ano de vida entre os 3 a 6 anos de idade, assim uma criança de 4 anos, ganharia semanalmente 4 reais. Depois dos 6 anos a criança já consegue ter uma melhor organização, ajude a fazer um poupança para projeto a curto prazo, como um DVD de jogo por exemplo. Aos 11 anos, você já pode transformar a semanada em mesada e o valor deve ser ajustado na conversa com os pais.

E se ele gastar tudo em um único dia?
Isso é normal acontecer nas primeiras vezes, mas não banque o chato falando um monte de coisas, não critique, não ofenda e muito menos dê adiantamentos ou bonificações, ele deve aprender as consequencias de seus atos, aproveite para usar o bom humor para ensinar ele a repensar no como gastar sua semanada/mesada.

O que devemos ensinar também, é definir a diferença entre, necessitar e desejar. Definir e RESPEITAR o dia da mesada é outro fator importante na educação. Também não devemos confundir mesada como se fosse um salário, você não a fará trabalhar por uma mesada, ela não precisa nem saber quanto você ganha, mas você deve deixa-la a par de contas de agua, luz, telefone, impostos como IPTU, IPVA, total das compras no supermercado, etc. Lembre-se que é muito importante você NÃO MENTIR, em hipótese alguma. Não use a mesada como um instrumento de controle sobre os filhos, mas sim, uma ação de educação que trará lições para a vida inteira.